Refrigerantes zero podem virar o vício do século, alerta especialista

Trocou o refri comum pelo zero? Cuidado! Entenda por que os refrigerantes sem açúcar podem causar compulsão, inflamação e outros riscos para a sua saúde.

14 mai 2026 - 20h12

Uma das mudanças mais clássicas de quem busca emagrecer é trocar a bebida comum pela versão "zero açúcar". Afinal, essa opção não contém calorias e engana muita gente que acredita estar fazendo uma escolha totalmente saudável.

Foto: Reprodução/Shutterstock
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Foto: Saúde em Dia

O problema mora justamente na falsa impressão de que o consumo pode ocorrer sem qualquer tipo de restrição. Segundo o Dr. Luiz Augusto Junior, o refrigerante zero acabou se tornando um dos grandes vícios do século atual.

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O perigo camuflado nas versões sem açúcar

Durante anos, o mercado vendeu as versões dietéticas como a solução definitiva para o controle do peso corporal. Agora, os refrigerantes zero ocupam esse lugar com a mesma promessa, mas carregam malefícios que muitos desconhecem.

Qualquer pessoa sabe que a versão comum faz mal, pois a embalagem avisa sobre o alto teor de açúcar. Contudo, nas versões zero, os riscos ficam camuflados por trás de adoçantes artificiais e altos teores de sódio.

O especialista explica que o excesso de sódio nessas bebidas eleva o risco de hipertensão e doenças renais graves. Além disso, os adoçantes podem alterar a microbiota intestinal e manter o corpo em um estado inflamatório constante.

Ironicamente, o consumo frequente pode aumentar a compulsão por doces em vez de ajudar a reduzir o desejo. O paladar continua condicionado ao sabor extremamente doce, o que dificulta a mudança real de hábito na dieta.

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Como consumir com consciência e sem exageros

Saúde de verdade não significa apenas consumir zero calorias ao longo do dia, mas sim reduzir a inflamação. O Dr. Luiz reforça que o objetivo não é proibir, mas conscientizar sobre os impactos desses refrigerantes.

O desgaste do esmalte dentário é outro ponto de atenção, já que a bebida contém ácidos como o fosfórico. Mesmo sem açúcar, a acidez elevada prejudica a saúde bucal e pode causar sensibilidade nos dentes a longo prazo.

Mudar o padrão alimentar exige entender que substâncias químicas também interferem no funcionamento do nosso metabolismo e cérebro. A moderação é a chave para quem ainda não consegue eliminar totalmente essas bebidas da rotina diária.

Ao entender os riscos, fica mais fácil fazer escolhas estratégicas e buscar opções mais naturais para se hidratar. O corpo responde positivamente quando priorizamos alimentos que nutrem de verdade em vez de apenas preencherem o paladar.

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5 alternativas para substituir o refrigerante

Se você quer diminuir o consumo de refrigerantes e melhorar sua saúde, existem trocas inteligentes que satisfazem o paladar. Confira algumas opções saborosas e refrescantes para incluir no seu dia a dia de forma saudável:

  • Água com gás e limão: Garante a efervescência que você gosta com o toque cítrico e natural da fruta.

  • Chás gelados naturais: Prepare infusões de hibisco ou hortelã e consuma bem gelado com rodelas de laranja.

  • Água saborizada: Utilize jarras com água, fatias de pepino, morangos ou alecrim para um sabor leve e refrescante.

  • Kombucha: Uma excelente opção fermentada que oferece o gás natural e ainda beneficia a sua flora intestinal.

  • Suco de uva integral com gás: Misture um pouco de suco com água gaseificada para uma experiência similar ao refrigerante.

A conscientização sobre o que ingerimos é o primeiro passo para uma vida com menos inflamação e mais disposição. O equilíbrio permite que você desfrute de sabores sem comprometer o funcionamento perfeito do seu organismo e órgãos.

Como destaca o Dr. Luiz Augusto Junior, o foco deve ser sempre a redução da inflamação e a saúde metabólica. Escolha conscientemente e preserve o seu bem-estar para enfrentar os desafios do dia a dia com vigor.

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