Apesar de resistente e adaptada a solos áridos, a lavanda pode morrer facilmente devido a dois erros comuns de cultivo: o excesso de água e a falta de luminosidade. Por ter raízes sensíveis ao encharcamento, ela tolera melhor a seca do que a umidade acumulada, exigindo solo com boa drenagem e regas moderadas. Além disso, a planta demanda sol pleno para se desenvolver e florescer com vigor, necessitando de um local que receba de cinco a seis horas diárias de luz solar direta.
A lavanda tem fama de planta rústica e resistente, e não é por acaso. Adaptada a solos áridos e ensolarados de clima mediterrâneo, essa aromática, depois de bem enraizada, dispensa regas constantes e quase não dá trabalho no dia a dia.
No entanto, dois fatores determinam a linha tênue entre uma planta vigorosa e cheia de flores ou um arbusto murcho e sem vida: a quantidade de horas de sol direto e a capacidade de drenagem do solo.
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Erro 1: Excesso de água (o maior inimigo da planta)
O equívoco mais frequente no cultivo da lavanda é tratá-la como uma folhagem ornamental comum que aprecia terra sempre úmida. Com ela, a lógica é inversa: o excesso de umidade acumulada ao redor das raízes é infinitamente mais perigoso do que passar alguns dias com o solo seco.
Se você esquecer de regar por um tempo, a lavanda resiste. Já se encharcar o vaso, ela sucumbe em poucos dias.
Erro 2: Deixar a planta na sombra
Antes de investir em adubos caros ou técnicas mirabolantes para forçar a floração, observe o ambiente onde o vaso está posicionado. A espécie precisa de sol pleno para crescer saudável, exigindo no mínimo de 5 a 6 horas de luz solar direta todos os dias.
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