O piloto de caça norte-americano que estava desaparecido e foi resgatado na manhã deste domingo, 5, está "gravemente ferido", segundo o presidente Donald Trump. Anteriormente, o republicano havia informado que o coronel estava "são e salvo".
Receba as principais notícias direto no WhatsApp! Inscreva-se no canal do Terra
"Resgatamos o tripulante/oficial do F-15, gravemente ferido e extremamente corajoso, das profundezas das montanhas do Irã. As Forças Armadas iranianas estavam em busca dele com grande efetivo e se aproximando. Ele é um coronel muito respeitado. Esse tipo de operação raramente é tentado devido ao perigo para os homens e o equipamento. Simplesmente não acontece", escreveu Trump em sua conta no Truth Social.
A aeronave F-15 foi abatida na última sexta-feira, 3. O resgate aconteceu no sábado, 4, após uma intensa operação de busca e salvamento iniciada no mesmo dia do incidente, que resultou na ejeção dos dois tripulantes da aeronave. O governo iraniano chegou a ofercer US$ 60 mil, pouco mais de R$ 309 mil na cotação atual, pela entrega do homem vivo ao Exército do Irã ou à polícia local.
Mais cedo, o presidente estadunidense afirmou que ele o coronel estava sendo monitorado 24h por dia, e por isso, foi possível traçar um plano de resgate. “Esta é a primeira vez na história militar que dois pilotos americanos foram resgatados, separadamente, em território inimigo”.
Enquanto a ação de resgate ocorria, a Guarda Revolucionária do Irã informou ter abatido outras três aeronaves americanas que participavam da operação. Teerã afirma ainda que ao menos cinco iranianos morreram durante o ocorrido.
“As aeronaves inimigas que penetraram no sul de Isfahan, incluindo dois helicópteros Black Hawk e um avião de transporte militar C-130, foram atingidas e estão em chamas”, informou o comando militar central, acrescentando que a operação de resgate americana “fracassou”.
**Com informações do Estadão