Ministro da Saúde diz que hantavírus não representa perigo na Itália

Orazio Schillaci apotou que vírus possui 'baixa transmissibilidade'

11 mai 2026 - 16h46
(atualizado às 17h09)

O ministro da Saúde da Itália, Orazio Schillaci, garantiu nesta segunda-feira (11) que a população do país europeu não corre perigo atualmente em razão do surto de hantavírus.

Orazio Schillaci apotou que vírus possui 'baixa transmissibilidade'
Orazio Schillaci apotou que vírus possui 'baixa transmissibilidade'
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"Estamos elaborando um comunicado para fazer um balanço da situação e fornecer informações às regiões, respeitando ao máximo as medidas de segurança, mas quero assegurar a todos que não há perigo na Itália hoje", afirmou o político em entrevista ao canal TG1.

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Em sua mensagem tranquilizadora sobre o tema, o ministro destacou que as autoridades sanitárias "agiram imediatamente" e ressaltou que o patógeno possui "baixa transmissibilidade".

"É um vírus muito diferente, conhecido há muitos anos e de baixa transmissibilidade, por isso estamos tranquilos. Temos um sistema nacional de saúde altamente eficiente e eficaz. Obviamente, estamos preparados, mas queremos tranquilizar a todos", declarou.

Schillaci comentou ainda que não possui os resultados dos italianos infectados pela doença, mas garantiu que o quarteto "está bem, assintomático e sendo acompanhado de perto pelas autoridades sanitárias locais competentes".

A circular emitida pelo Ministério da Saúde sobre o problema sanitário, que explodiu no navio de cruzeiro MV Hondius, recomenda uma quarentena de seis semanas, monitoramento diário e isolamento em caso de sintomas para pessoas que tiveram "contatos de alto risco" com os infectados na embarcação.

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"É possível sair para preservar a saúde mental e o bem-estar, utilizando máscara médica/cirúrgica resistente a líquidos e evitando aglomerações", informa o documento do governo italiano.

Apesar de destacar a necessidade de uma "abordagem extremamente cautelosa" e de reforçar as atividades de vigilância sanitária, a circular ressaltou que o risco da doença para a população em geral "permanece muito baixo". .

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