Os advogados da ONG Adalah, que prestaram assistência aos integrantes da flotilha no porto de Ashdod, relataram ter recebido "denúncias de detidos sobre violência extrema, humilhação sexual e ferimentos graves causados pelas forças israelenses".
Segundo os depoimentos reunidos pela organização, houve "uso frequente de armas de choque" e ferimentos "causados por balas de borracha durante as interceptações" no mar.
A ONG acrescentou que, além do "abuso físico", os participantes da flotilha teriam sido submetidos a "grave degradação, assédio sexual e humilhação" enquanto estavam sob custódia das autoridades. .