Ataques dos EUA a 90 alvos militares do Irã deixaram 14 mortos e 78 feridos

Sistemas de defesa aérea, depósitos de mísseis e drones e outros ativos foram o alvo do novo bombardeio, que aconteceu nesta quarta, 8. No dia anterior, o exército americano já havia atingido 80 alvos militares iranianos, além de 60 embarcações da Guarda Revolucionária

9 jul 2026 - 07h17

Ao menos 14 pessoas morreram e outras 78 ficaram feridas durante os dois dias de ataques americanos a 90 instalações militares iranianas, informou o Ministério da Saúde de Teerã. Os bombardeios aconteceram entre a terça, 7, e a quarta, 8, informou o exército americano.

Publicidade

Segundo o comunicado publicado pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM) no X no início da madrugada desta quinta, 9, sistemas de defesa aérea, depósitos de mísseis e drones e a infraestrutura logística militar ao longo da costa foram o alvo do novo bombardeio.

Ataques dos EUA às mais de 90 instalações miltares iraniana, além das cerca de 60 embarcações da Guarda Revolucionária, aconteceram entre a terça, 7, e a quarta, 8. Ao menos 14 pessoas morreram em decorrência das investidas.
Ataques dos EUA às mais de 90 instalações miltares iraniana, além das cerca de 60 embarcações da Guarda Revolucionária, aconteceram entre a terça, 7, e a quarta, 8. Ao menos 14 pessoas morreram em decorrência das investidas.
Foto: Reprodução/U.S. Central Command / Estadão

Na nota, a força diz que Washington concluiu "uma rodada adicional de ataques contra o Irã" nesta quarta para "degradar ainda mais a capacidade" do país árabe de "atacar embarcações comerciais e marinheiros civis inocentes no Estreito de Ormuz".

"Os últimos ataques seguem a execução bem-sucedida de ataques ofensivos no Irã na noite anterior", escreveram.

Na terça, 7, os EUA bombardearam outros 80 alvos militares iranianos, além de mais de 60 embarcações da Guarda Revolucionária. O ataque foi uma retaliação ao Irã "por violar o cessar-fogo ao atacar três navios comerciais que navegavam" na via marítima.

Publicidade

A força completa a nota afirmando que "os EUA permanecem vigilantes, letais e preparados para executar operações dirigidas pelo Comandante-em-Chefe". /Com AFP

Fique por dentro das principais notícias
Ativar notificações