Ex-assessor acusa vereadora Atena Roveda de assédio moral e desvio de função

A vereadora Atena Roveda (PSOL), de Porto Alegre, foi acusada pelo ex-assessor Felipe Chagas de assédio moral e desvio de função durante o período em que ele trabalhou no gabinete da parlamentar. As denúncias foram divulgadas nas redes sociais, acompanhadas de capturas de tela de conversas que, segundo Chagas, comprovariam os pedidos feitos pela vereadora. […]

7 nov 2026 - 07h41
Resumo
A vereadora de Porto Alegre Atena Roveda (PSOL) foi acusada nas redes sociais por seu ex-assessor Felipe Chagas de assédio moral e desvio de função, que incluiriam cobranças excessivas e tarefas pessoais, como apoio em mudança residencial. Em nota, a parlamentar negou as irregularidades e justificou a urgência da mudança devido a ameaças de morte e riscos à sua segurança. A Câmara Municipal informou que ainda não recebeu denúncia formal para dar início a uma apuração oficial sobre o caso.

A vereadora Atena Roveda (PSOL), de Porto Alegre, foi acusada pelo ex-assessor Felipe Chagas de assédio moral e desvio de função durante o período em que ele trabalhou no gabinete da parlamentar. As denúncias foram divulgadas nas redes sociais, acompanhadas de capturas de tela de conversas que, segundo Chagas, comprovariam os pedidos feitos pela vereadora.

Entre as situações relatadas pelo ex-assessor estão a participação de integrantes da equipe em uma mudança residencial durante o expediente, a compra de bebidas alcoólicas, a busca de objetos pessoais e o transporte de amigos da parlamentar. Chagas também afirma que sofria cobranças excessivas, recebia reprimendas diante de colegas e tinha restrições para se comunicar com funcionários da Câmara Municipal.

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Em nota divulgada nesta sexta-feira (6), Atena negou as acusações de assédio moral e desvio de função. A vereadora afirmou que as atividades da equipe seguiam protocolos estabelecidos e explicou que mudanças em sua rotina e medidas de segurança ocorreram após ameaças de morte e a divulgação de seu endereço residencial. Segundo ela, a mudança de casa precisou ser realizada com urgência, com apoio de pessoas próximas e integrantes da equipe.

A Câmara Municipal de Porto Alegre informou que ainda não recebeu denúncia formal sobre o caso. O Legislativo afirmou que eventuais representações serão encaminhadas aos órgãos competentes para análise. Até o momento, as acusações não tiveram conclusão oficial, e a vereadora mantém a negativa de irregularidades.

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