As ideias do Bom Senso FC para protestar contra a inércia da CBF em relação aos pedidos de mudança do grupo inspiraram revoltas também no futebol paraguaio. Neste sábado, o jogo entre Nacional e Deportivo Capiatá foi marcado por um protesto similar ao do jogo entre São Paulo e Flamengo, quando os times passaram os primeiros segundos de jogo tocando a bola de um lado para o outro.
Neste caso, porém, o motivo do protesto era mais específico: Nacional e Capiatá estavam apoiando os jogadores do Cerro Porteño de Presidente Franco, que não recebem salários há vários meses. Durante os 30 primeiros segundos do jogo, válido pelo Campeonato Paraguaio, os atletas fizeram o mesmo que São Paulo e Flamengo na última quarta-feira.
Curiosamente, o Capiatá venceu o próprio Cerro Porteño (que não é o tradicional, de Assunção) por 3 a 1 na última rodada. O time subiu à primeira divisão neste ano e já faz campanha memorável, estando muito perto de conquistar vaga para a Copa Sul-Americana de 2014.
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Insatisfeitos com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os jogadores fizeram mais um protesto organizado pelo Bom Senso F.C., nesta quarta-feira, em jogos do Campeonato Brasileiro
Foto: Edu Andrade/ FatoPress
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Primeiro ato dos protestos era mostrar uma faixa na entrada do campo e ainda ouvir o hino com ela nas mãos
Foto: Carlos Costa
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Para mostrar união os jogadores dos dois times seguraram a faixa, sem separação alguma por times
Foto: Satiro Sodré
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Em Criciúma, jogadores do time da casa seguraram sozinhos as faixas, mas o Atlético-PR participou da segunda fase do protesto - ficaram parados e de braços cruzados após o apito inicial da partida, por cerca de um minuto
Foto: Fernando Ribeiro
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Flamengo e São Paulo estenderam uma faixa diferente em Itu
Foto: Marcos Bezerra
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Coritiba e Corinthians também cobraram a CBF
Foto: Heuler Andrey/ Agif
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Protesto do movimento Bom Senso FC marcou partida no Maracanã entre Fluminense e Maracanã
Foto: Daniel Ramalho
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Jogadores de Santos e Bahia apoiam movimento no Pacaembu
Foto: Ricardo Matsukawa
Fonte: Lancepress!
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