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Stellantis vê alta de 10% nas entregas de veículos no 2º tri

13 jul 2026 - 11h33

Por Giulio Piovaccari

MILÃO, 13 Jul (Reuters - A Stellantis anunciou nesta segunda-feira ‌que as entregas preliminares de veículos no segundo trimestre aumentaram 10% em relação ao ano anterior, para quase 1,6 milhão de unidades, impulsionadas pelo forte crescimento na América do Norte, seu mercado mais importante.

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A recuperação das vendas é ⁠fundamental para o plano de reestruturação do presidente-executivo, Antonio ‌Filosa, para a montadora, que sofreu com a perda de clientes em mercados-chave nos últimos anos devido aos ‌preços mais altos dos veículos, ao ‌forte foco em veículos elétricos, a problemas de ⁠qualidade e à crescente concorrência de fabricantes chineses.

Em maio, Filosa apresentou um novo plano de negócios de 60 bilhões de euros para 2030, com foco no lançamento de novos modelos, reorganização do portfólio de marcas e novas parcerias ‌em tecnologia e manufatura.

NOVOS MODELOS IMPULSIONAM VENDAS NA AMÉRICA DO ‌NORTE

Na América do ⁠Norte, as entregas ⁠de veículos da Stellantis aumentaram 38% no segundo trimestre, para 445.000 ⁠unidades, impulsionadas por modelos ‌novos ou renovados, incluindo ‌a picape leve Ram 1500 de 8 cilindros e sua versão de alto desempenho para off-road, a TRX SRT, além das renovações do Jeep Grand Wagoneer e ⁠Grand Cherokee e do Chrysler Pacifica.

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O resultado, no entanto, também refletiu os preparativos para a paralisação da produção planejada para o verão, afirmou a montadora em comunicado.

Na região da Europa expandida, ‌o outro mercado importante do grupo, as entregas da Stellantis aumentaram 5% no segundo trimestre, para 762.000 unidades, "impulsionadas por ⁠maiores volumes do setor". O número inclui cerca de 33.000 veículos da parceira chinesa Leapmotor , que a Stellantis distribui e vende na região.

A demanda na Europa foi particularmente forte para modelos econômicos, como o Citroën C3 e C3 Aircross, o Opel Frontera e o Fiat Panda, afirmou a Stellantis.

O crescimento na América do Norte e na Europa foi parcialmente compensado por volumes menores no Oriente Médio e na África, "em grande parte devido ao conflito regional", e na América do Sul, impactado pelo desempenho mais fraco do mercado argentino.

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