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PIS/Pasep esquecido? Veja outros recursos que milhões de brasileiros deixam de sacar todos os anos

Em alguns casos, o dinheiro pode ser consultado e solicitado de forma online

6 ago 2026 - 04h58
Mais de 26 milhões de pessoas ainda têm cerca de R$ 6,2 bilhões disponíveis para resgate no Sistema de Valores a Receber (SVR)
Mais de 26 milhões de pessoas ainda têm cerca de R$ 6,2 bilhões disponíveis para resgate no Sistema de Valores a Receber (SVR)
Foto: Divulgação/Govbr

Milhões de brasileiros têm dinheiro a receber e nem sabem. Além das cotas esquecidas do antigo Fundo PIS/Pasep, há valores disponíveis em bancos, consórcios e outras instituições financeiras que seguem sem ser resgatados pelos titulares. Em alguns casos, o dinheiro pode ser consultado e solicitado de forma online.

No caso do PIS/Pasep, o patrimônio foi transferido ao Tesouro Nacional e os trabalhadores ou seus herdeiros têm o prazo de cinco anos para solicitar os valores por meio do aplicativo do FGTS. O Fundo PIS/Pasep foi extinto em 31 de maio de 2020 e os recursos pertencentes aos trabalhadores foram incorporados ao FGTS.

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Segundo a Caixa Econômica Federal, têm direito ao resgate os trabalhadores com carteira assinada e os servidores públicos que atuaram entre 1971 e 1988 e que possuíam cotas no fundo. Em caso de falecimento do titular, os beneficiários legais também podem solicitar o saque dos recursos.

De acordo com o governo, o saldo médio disponível para saque é de R$ 2,8 mil por pessoa, mas o montante varia conforme o tempo trabalhado e o salário recebido na época. Os valores estão corrigidos pela inflação.

Valores esquecidos em bancos, consórcios e cooperativas 

Além das cotas do PIS/Pasep, milhões de brasileiros também deixaram de resgatar recursos em contas bancárias encerradas, consórcios, cooperativas de crédito e outras instituições financeiras.

De acordo com o Banco Central, mais de 26 milhões de pessoas ainda têm cerca de R$ 6,2 bilhões disponíveis para resgate no Sistema de Valores a Receber (SVR).

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A maior parte dos beneficiários, cerca de 70%, possui até R$ 10 a receber. Por outro lado, mais de 700 mil pessoas têm valores superiores a R$ 1 mil disponíveis.

O Banco Central atualiza mensalmente os dados do SVR. Mesmo quem já realizou um resgate anteriormente pode voltar a aparecer na lista, caso sejam identificados novos valores esquecidos em outras instituições financeiras.

Outro recurso que pode acabar esquecido é o seguro de vida. O dinheiro pode não ser sacado pelos beneficiários após o falecimento do segurado e acabar ficando esquecido, seja por falta de aviso da seguradora, desconhecimento da família ou atraso no processo.

Para solicitar o recebimento do seguro, o beneficiário deve entrar em contato com a seguradora para realizar o aviso de sinistro, preencher os formulários indicados e enviar documentos essenciais, como a certidão de óbito (em caso de morte), documentos pessoais e comprovantes exigidos pelo contrato.

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Fonte: Portal Terra
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