Resumo
O membro do Banco Central Europeu, Piero Cipollone, avaliou como remoto o risco de a crise no Estreito de Ormuz provocar um cenário de estagflação. Segundo a autoridade, embora o ambiente macroeconômico exija monitoramento contínuo, não há indícios atuais de que a região enfrentará uma combinação de estagnação econômica e forte aceleração da inflação.
O membro do Banco Central Europeu, Piero Cipollone, avaliou como remoto o risco de a crise no Estreito de Ormuz provocar um cenário de estagflação. Segundo a autoridade, embora o ambiente macroeconômico exija monitoramento contínuo, não há indícios atuais de que a região enfrentará uma combinação de estagnação econômica e forte aceleração da inflação.
O membro do Banco Central Europeu Piero Cipollone afirmou que o risco de estagnação econômica e de um aumento acentuado da inflação devido à crise no Estreito de Ormuz é bastante remoto, em entrevista ao site italiano ilsussidiario.net publicada na segunda-feira.
"É claro que precisaremos acompanhar as mudanças no ambiente macroeconômico, mas, por enquanto, não há sinais que apontem para um cenário de estagflação", disse ele.
(Texto de Miranda Murray)