Governo central tem déficit primário de R$13,585 bilhões em agosto, diz Tesouro

29 set 2026 - 10h16
(atualizado às 10h48)
Resumo
O governo central registrou déficit primário de R$ 13,585 bilhões em agosto, resultado melhor que o rombo de R$ 15,540 bilhões do mesmo mês de 2023 e abaixo das expectativas do mercado. No mês, a receita líquida subiu 3,5% em termos reais, somando R$ 187,878 bilhões, enquanto as despesas cresceram 1,9%, totalizando R$ 201,463 bilhões. Apesar da melhora mensal, o déficit acumulado de janeiro a agosto atingiu R$ 94,869 bilhões, uma alta real de 7,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O governo central registrou um déficit primário de R$13,585 bilhões em agosto, informou o Tesouro Nacional nesta terça-feira, ⁠resultado melhor que o rombo ‌de R$15,540 bilhões do mesmo mês do ano passado.

Economistas ‌consultados pela Reuters esperavam ‌que o dado, que ⁠compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social, fosse deficitário em R$14,400 bilhões no mês passado.

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Em julho, o ‌resultado havia sido superavitário em ‌R$10,803 bilhões em ⁠valores ⁠correntes e superavitário em R$10,769 bilhões ⁠considerando ‌o ajuste pela ‌inflação.

Conforme os dados do Tesouro, a receita líquida do governo central somou em agosto R$187,878 ⁠bilhões, o que representa uma alta de 3,5% ante o mesmo mês do ano passado, em ‌termos reais (descontada a inflação). Já a despesa total somou R$201,463 ⁠bilhões em agosto, uma elevação de 1,9%.

Com o resultado, no acumulado de janeiro a agosto o governo central apresenta uma déficit primário de R$94,869 bilhões, uma elevação real de 7,1% ante o rombo de R$85,888 bilhões do mesmo período do ano passado.

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