Texto original de Alejandro Alcolea
Em mais um dia na indústria de videogames, a Microsoft anunciou demissões na divisão Xbox na última segunda-feira. Foram 1.600 cortes de uma só vez, cinco estúdios deixados à própria sorte e mais 1.600 demissões previstas para os próximos meses.
Para conduzir essa reestruturação — apelidada de "reinicialização do Xbox" — a Microsoft nomeou Asha Sharma para liderar a divisão; ela veio de uma das unidades de IA da empresa com uma missão clara: romper com o passado.
Após semanas de discurso otimista, decisões drásticas começaram a surgir. Em um comunicado abrangente, a empresa justificou as demissões e a reestruturação — cujas consequências totais ainda são desconhecidas, visto que passamos os últimos dois dias sabendo de cortes de empregos em vários estúdios do Xbox.
O comunicado revelou detalhes interessantes, como a burocracia excessiva que complicava as coisas no Xbox nos últimos anos, o enorme investimento no Game Pass e o número que mais me chamou a atenção: a quantidade de jogadores diários que o Xbox almeja alcançar.
Sharma fala em querer que um bilhão de pessoas sejam "entretidas" pelo Xbox todos os dias. Depois de refletir sobre o que realmente significa ter um bilhão de pessoas na plataforma diariamente, cheguei a apenas uma conclusão: adoraria ver como eles vão conseguir isso.
O Xbox de um bilhão de jogadores e um cálculo rápido
Digo isso não por desafio, mas por curiosidade genuína. Gostaria de ver como o Xbox — ou qualquer empresa, na ...
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