Se você tem esse costume ao dormir, a ciência tem um alerta urgente: o risco de infarto é muito maior do que se pensava

Estudo revela que dormir tarde aumenta em 79% o risco de saúde cardiovascular ruim

4 fev 2026 - 13h13
(atualizado às 14h13)
Foto: Xataka

Um estudo publicado pela Associação Americana do Coração revelou que cronotipos - a preferência natural do corpo por horários de sono - podem ser um indicador silencioso de riscos cardíacos. Depois de analisar mais de 300 mil adultos com idade média de 57 anos, pesquisadores descobriram que indivíduos 'noturnos' apresentam maior risco de infarto.

O estudo tem como base o UK Biobank, uma das bases biométricas mais completas do mundo. A conclusão dos estudiosos ainda destaca que o impacto é mais significativo entre as mulheres.

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Pesquisadores analisaram diferentes tipos cronotipos

Cronotipos são predisposições genéticas. Eles definem o ritmo biológico natural e determinam os melhores horários para dormir, acordar e realizar atividades variadas. Os cronotipos podem ser: 

  • Matutinos: pessoas que precisam ir para cama mais cedo. Geralmente dormem entre 22h e 6h;
  • Vespertinos: esse cronotipo apresenta picos de energia no fim da tarde ou à noite. O sono costuma ser entre as 3h e 11h;
  • Intermediários: sono entre meia-noite e 8h. É o cronotipo mais comum, presente em cerca de 50% da população.

No estudo, 8% das pessoas analisadas se autodefiniram como noturnos e relataram o costume de dormir às 2h da madrugada. Mais de 25% dos participantes foram classificados como matinais, indo para a cama por volta das 21h. O restante, cerca de 67%, se enquadrou no cronotipo intermediário. 

Os pesquisadores analisaram a saúde vascular dos participantes com base na dieta, atividade física, ...

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