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Caribe

Arqueologia em Chichén Itzá traduz orgulho maia no Caribe

30 out 2012 - 10h44
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Se o povo mexicano, em partes, se assemelha ao brasileiro no que diz respeito à alegria de viver, ao resgatar a história do país centro-americano enxerga-se um abismo de diferenças em relação à cultura tupiniquim ao mesmo tempo em que se encontram ícones emblemáticos que enchem as duas nações de prazer.

Público venera principal pirâmide do sítio arqueológico, um dos principais locais de visitação turística do México
Público venera principal pirâmide do sítio arqueológico, um dos principais locais de visitação turística do México
Foto: Creative Commons / Divulgação

No México, a maior tradução de orgulho local são os seus milhares de sítios arqueológicos, em especial o de nome Chichén Itzá, antiga cidade maia berço daquela civilização milenar.

Patrimônio Cultural da Humanidade e eleita em 2007 uma das novas Sete Maravilhas do Mundo, Chichén-Itzá fica no Estado de Yucatán, a 220 km de Cancún. O sítio arqueológico reúne 16 grandes estruturas, algumas delas verdadeiros complexos arquitetônicos, como o Caracol, a pirâmide El Castillo, o Templo de los Guerreros e o Complexo de las Monjas. Cada uma vai revelando a sabedoria maia em várias áreas do conhecimento, como a astronomia, a geometria, a matemática, a engenharia, as artes plásticas.  

Pesquisadores acreditam que o apogeu de Chichén-Itzá tenha se iniciado em torno do ano 950, na Alta Idade Média. As hipóteses para o seu misterioso desaparecimento, no começo do século 13, citam guerras locais ou mesmo uma prolongada estiagem que teria matado a população governada pelos itzás de fome e sede. Além das divindades sobrenaturais associadas à chuva e à fertilidade da terra, a comunidade maia também cultuava o esporte: construiu uma quadra com 90m de extensão para o Juego de Pelota, que consistia em marcar um gol fazendo uma bola pesada passar por um pequeno aro longe do chão.

As visitas guiadas ao parque arqueológico duram em média duas horas, oferecidas no local ou por agências que transportam os turistas desde vários hotéis de Cancún e Riviera Maya. Os guias fazem a introdução possível, cronometrada, ao fascinante mundo das civilizações pré-colombianas. O México conta com 37 patrimônios culturais e naturais da humanidade (mais do que a soma dos patrimônios de Brasil e Argentina) e qualquer um deles vale bem mais do que duas horas de passeio. Ir até lá de ônibus de linha, de táxi ou carro alugado permite maior liberdade de agenda.

Fonte: Terra
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