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Turismo

3 destinos turísticos imperdíveis no Paraná

São 18 territórios turísticos, em quase 400 cidades [...]

27 jan 2026 - 11h22
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Aposto que o Paraná, de longe, está na sua memória na hora de preparar uma viagem de férias.

Pois deveria.

Só para ter uma ideia, o estado é dividido em 18 territórios turísticos, em quase 400 municípios paranaenses, entre eles, Ponta Grossa com suas formações únicas, e Guaraqueçaba, onde fica a ilha de Superagui, no litoral.

Foto: Wikimedia Commons / Viagem em Pauta

Parque Nacional do Superagui

É formado por duas ilhas costeiras com manguezais bem conservados e mais de 40 km de praias desertas. Sem falar nas dunas, lagoas, restingas e florestas de Mata Atlântica.

Ainda assim, muito brasileiro desconhece um dos cenários mais exclusivos do litoral Norte do Paraná, na divisa com São Paulo, a 150 km de Curitiba.

Esse parque de quase 34 mil hectares foi criado em 25 de abril de 1989, no município de Guaraqueçaba, e funciona com um santuário de dezenas de espécies de animais, algumas delas, inclusive, ameaçadas de extinção, como o mico-leão-da-cara-preta, endêmico da região, o papagaio-da-cara-roxa e o bugio.

Barra do Supergaui
Barra do Supergaui
Foto: Eduardo Vessoni / Viagem em Pauta

Buraco do Padre

Localizado em Ponta Grossa, a 120 km de Curitiba, o atrativo é conhecido pelo Buraco do Padre, uma cavidade vertical de 40 metros de profundidade e até 30 de diâmetro, com um teto aberto onde andorinhões sobrevoam, em determinados horários do dia.

Os olhos custam a acreditar no que veem.

Nesse impactante anfiteatro natural, que pode ser visto do alto e por dentro, o destaque é a cachoeira interior, a cerca de 30 metros de altura, que forma um pequeno lago de fundo arenoso com as águas do Rio Quebra-Pedra que escorrem por aquelas fraturas rochosas, no Parque Nacional dos Campos Gerais.

Estrada de Ferro Paranaguá

O  Trem da Serra da Mar Paranaense faz uma viagem de 70 km que passa pelo maior trecho contínuo de Mata Atlântica do Brasil, cruzando vales, rios e cascatas.

É como flutuar em trilhos sobre penhascos e desfiladeiros.

É tanta coisa para ver que a gente mal sabe para onde olhar, durante as mais de 4 horas de viagem. Por isso, para facilitar, os guias a bordo anunciam com antecedência a chegada da próxima atração, como o complexo montanhoso do Conjunto Marumbi, que passa imponente pelos amplos janelões dos vagões.

Um dos destaques é a ponte São João, construção belga com 112 metros de extensão, a 70 metros de altura, que faz o passageiro ter a impressão de que o trem flutua sobre a Serra do Mar.

Outro atrativo turístico que faz todo mundo colar o rosto na janela é a passagem pela cruz que marca o ponto em que o Barão de Serro Azul, um dos maiores cultivadores de erva-mate do mundo, foi executado pelas tropas de Floriano Peixoto, durante a Revolução Federalista, no km 65 da estrada de ferro, em maio de 1894.

Aliás, o barão empresta o nome para um dos vagões mais concorridos da viagem, equipado com varanda panorâmica na cauda do trem, no trajeto que vai de Curitiba a Morretes.

Viagem em Pauta
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