Substituição sustentável dos sintéticos: conheça curativo feito de cana-de-açúcar
Para comprovar sua eficácia, o cirurgião vascular, Allan Maia, realizou um estudo com 55 pacientes que haviam feito cirurgia de varizes
Apesar de os curativos sintéticos possuírem um custo benefício positivo, eles também têm uma taxa de biodegradação muito baixa e isso, consequentemente, gera mais lixo hospitalar. Dessa forma, os pesquisadores estão em busca de uma opção mais sustentável e, recentemente, encontraram a versão do curativo feita de cana-de-açúcar. Leia para saber mais detalhes:
Curativo feito de cana-de-açúcar é uma versão sustentável
A Universidade Federal de Pernambuco criou um curativo que possui base na fermentação do melaço de cana-de-açúcar. E para comprovar sua eficácia, o cirurgião vascular, Allan Maia, realizou um estudo com 55 pacientes que haviam feito cirurgia de varizes. Dessa forma, ele e sua equipe descobriram que a alternativa tinha a mesma eficácia que o produto sintético, porém, com alguns benefícios.
Primeiramente, repararam que a agressividade na pele era bem menor, isso porque causou menos coceiras, foi mais confortável e fácil de retirar, também gerando assim menos dor. Ademais, é um produto atóxico, barato, eficiente e bastante utilizado como curativo de úlceras e membros inferiores. A partir de então, o próximo passo é analisar seu comportamento como curativo de outros tipos de feridas.
Cientistas criam novo método para reciclar plástico em 4 horas
É difícil você ir a um estabelecimento que não tenha algum tipo de uso de produtos de plástico e, segundo um levantamento da 'Communications Earth & Environment', a produção do material atinge 400 milhões de toneladas e, disso, apenas 9% vai para a reciclagem. Dessa forma, a ciência está correndo contra o tempo para tentar reverter a situação. E foi assim que cientistas descobriram um método para reciclar a substância que necessita de apenas quatro horas. Saiba mais:
A novidade foi criada pela equipe de especialistas da Universidade Northwestern, dos Estados Unidos. Esses, por sua vez, descobriram que é possível realizar o processo utilizando a umidade do ar, um catalisador barato e carvão ativado, segundo uma notícia do site 'Peak'. Dessa maneira, as cadeiras moleculares do PET são quebradas e convertidas em uma substância que é necessária para a fabricação de novos produtos de plástico, assim, recupera até 94% do material em quatro horas. Ou seja, não precisa de solventes ou produtos químicos agressivos, fazendo com que o procedimento seja mais seguro, limpo e eficiente. e leia a matéria completa.
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