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Quais são os principais mitos sobre o sal do Himalaia?

Produto é muitas vezes considerado "mais saudável" em comparação ao sal comum

18 mar 2024 - 13h48
(atualizado às 15h33)
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O sal do Himalaia é frequentemente visto como uma opção mais saudável em comparação ao sal comum. No entanto, ao analisar a realidade nutricional do produto, nota-se que essa percepção é mais um dos mitos sobre o alimento.

Confira os mitos em torno do sal do Himalaia, um produto que muitos consideram mais saudável em comparação ao sal comum
Confira os mitos em torno do sal do Himalaia, um produto que muitos consideram mais saudável em comparação ao sal comum
Foto: Canva Fotos / Perfil Brasil

Muitas vezes, as pessoas consomem alimentos que parecem ser saudáveis, mas que, na realidade, podem não ser tão benéficos quanto se imagina.

Quais os mitos sobre o sal do Himalaia?

Segundo a nutricionista Micaela Grohmann, um dos principais mitos é que o sal do Himalaia tem menos sódio do que o sal comum. "Isso é uma crença enganosa, porque ambos têm cerca de 98% de cloreto de sódio", afirma à Perfil.com.

Outro mito é que o sal do Himalaia seria melhor por conter potássio, magnésio, ferro, cálcio. Porém, de acordo com a nutricionista, as quantidades são mínimas e, por isso, não há um efeito benéfico.

Micaela também pontua que o sódio é um nutriente essencial para o nosso organismo, porque participa de diversas funções do nosso corpo, agindo "nas células, no volume plasmático, no equilíbrio do ácido base e na transmissão do impulso nervoso".

Apesar disso, a especialista ressalta que um consumo excessivo pode gerar riscos para a saúde, incluindo o aumento da pressão arterial.

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Liverpool, no Reino Unido, publicado na revista "BMC Medicine", estima que a redução voluntária de sódio em alimentos industrializados no Brasil é capaz de prevenir mais de 180 mil novos diagnósticos de doenças cardiovasculares associadas à hipertensão, além de evitar 2,6 mil mortes decorrentes dessas doenças, em um período de 20 anos.

Para controlar o consumo de sódio, Micaela aconselha ter como hábito não levar o saleiro para a mesa e substituir o sal por ervas e/ou condimentos.

 * Sob supervisão de Lilian Coelho

Perfil Brasil
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