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Ministro da Saúde faz reunião após 1º caso de coronavírus

Paciente de 61 anos foi identificado com a doença pelo Hospital Israelita Albert Einstein na noite desta terça-feira, 25

26 fev 2020
10h55
atualizado às 11h07
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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, se reúne na manhã desta quarta-feira, 26, com secretários estaduais de saúde para tratar sobre o primeiro caso confirmado de contaminação pelo novo coronavírus no Brasil. Após o encontro, o ministro concederá uma entrevista coletiva à imprensa.

Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta
Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Estadão Conteúdo

O primeiro caso com teste positivo para o novo coronavírus é de um homem de 61 anos, residente em São Paulo, com histórico de viagem para a Itália, na região da Lombardia (norte do país), a trabalho, sozinho, no período de 9 a 21 de fevereiro. O paciente, segundo as autoridades, está bem, tem sinais brandos da doença e ficará em isolamento domiciliar.

O secretário da Saúde de São Paulo, José Henrique Germann Ferreira, participa da reunião no ministério e também falará com a imprensa. Na ocasião, a pasta divulgará oficialmente o laudo final da investigação.

O caso foi relatado pelo Hospital Israelita Albert Einstein como suspeito de coronavírus na tarde desta terça. Com resultados preliminares realizados pela unidade de saúde e conforme o Plano de Contingência Nacional, o hospital enviou a amostra para o laboratório de referência nacional

, Instituto Adolfo Lutz, para contraprova, que já foi realizada. Fontes ouvidas pelo Estado, porém, adiantaram o diagnóstico positivo.

Segundo o hospital, o paciente foi atendido na unidade Morumbi, na zona sul da capital, na noite da última segunda-feira, 24, e a infecção foi confirmada por meio do teste PCR em tempo real.

Iniciado na China em dezembro, o surto já tem cerca de 80 mil casos pelo mundo e mais de 2,6 mil mortes. Desde o fim da semana, a explosão de casos da Itália tem elevado o alerta global sobre a doença, com 12 vítimas fatais já registradas no país.

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Estadão
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