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Média móvel de mortes por covid-19 no Brasil fica em 1.021 neste sábado

Dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostra 1.176 novas mortes nas últimas 24 horas. Total de óbitos é de 216.475

23 jan 2021
20h18
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A média móvel de mortes causadas pela covid-19 ficou em 1.021 vítimas neste sábado, 23, no Brasil. Esse tipo de média leva em consideração dados dos últimos sete dias para corrigir distorções provocadas pelas variações nos registros. Nas últimas 24 horas, o País registrou 1.176 novas mortes e 60.980 novos diagnósticos confirmados.

Os dados são reunidos pelo consórcio de veículos de comunicação a partir dos registros das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio é formado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL. No total, o Brasil já chegou 216.475 óbitos causados pela doença desde o início da pandemia, em meio a 8.816.113 diagnósticos confirmados.

De acordo com o Ministério da Saúde, 7.628.438 pessoas se recuperaram da doença, em meio a 8.816.254 casos confirmados. Os dados da pasta diferem dos registros do consórcio em razão da metodologia de coleta. A pasta aponta um total de 216.445 mortes confirmadas, 1.202 nas últimas 24 horas.

Uma das vítimas das últimas 24 horas foi a diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), Rosemary Costa Pinto, de 61 anos, que não resistiu a complicações da doença e morreu nesta sexta-feira, 22. O Estado vive uma nova crise com alta de casos, internações e mortes em meio a um desabastecimento de oxigênio para hospitais.

Rosemary Costa Pinto, de 61 anos, atuava no monitoramento da pandemia no Amazonas e ajudava a estabelecer medidas para conter o avanço do novo coronavírus
Rosemary Costa Pinto, de 61 anos, atuava no monitoramento da pandemia no Amazonas e ajudava a estabelecer medidas para conter o avanço do novo coronavírus
Foto: Divulgação/FVS-AM / Estadão

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

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Estadão
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