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Jamaica pede que mulheres atrasem gravidezes perante ameaça do zika

19 jan 2016 - 18h51
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O Ministério da Saúde da Jamaica recomendou às mulheres do país que atrasem suas gravidezes "pelos próximos seis a 12 meses" perante a crescente ameaça do zika vírus, devido a uma possível relação com o nascimento de crianças com microcefalia.

Segundo confirmou nesta terça-feira à Agência Efe uma porta-voz do governo por telefone, embora ainda não tenham sido registrados casos de zika na Jamaica, seu Ministério da Saúde lançou este alerta como medida de precaução contra uma possível propagação.

"O zika vírus se aproxima cada vez mais da Jamaica, já que vários de nossos territórios vizinhos no Caribe reportaram casos. Portanto, pedimos às mulheres para atrasar as gravidezes na medida do possível", declarou o ministro da Saúde, Horace Dalley, em comunicado.

Além disso, o funcionário pediu a todas as grávidas que previnam as picadas de mosquitos, especialmente do Aedes Aegypti, transmissor do vírus da dengue, chikungunya e zika.

O zika não é, geralmente, uma doença mortal, mas a incidência em mulheres grávidas durante os primeiros três meses de gestação foi vinculada com casos de microcefalia.

A microcefalia é uma má-formação irreversível do cérebro que está associada a problemas mentais, visuais ou auditivos.

EFE   
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