Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Qual é a idade mais triste da vida? Confira o que revela estudo

Momento de maior tristeza está no fim dos 40, enquanto os maiores momentos de felicidade estão na fase inicial da vida e depois dos 50

19 jan 2026 - 12h27
(atualizado às 13h40)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Um estudo liderado por David Blanchflower revelou que somos mais infelizes por volta dos 47 anos em países desenvolvidos e 48 em países em desenvolvimento, com a felicidade aumentando após os 50 anos.
Imagem meramente ilustrativa de uma mulher aparentemente em sofrimento
Imagem meramente ilustrativa de uma mulher aparentemente em sofrimento
Foto: FG Trade / iStock

Nos sentimos melhor na adolescência, somos mais infelizes até o fim dos 40 e depois valorizamos a sensação de bem-estar quando nos aproximamos da velhice. É isso que conclui uma ampla pesquisa realizada em quase 140 países pelo economista David Blanchflower, professor da universidade Dartmouth College, nos EUA.

De acordo com o estudo, embora fatos como tristeza e felicidade dependem da experiência individual, basicamente, a pior parte está no meio, enquanto os maiores momentos de felicidade estão na fase inicial da vida e depois dos 50.

Blanchflower argumenta que até o fim dos 40 a vulnerabilidade é exacerbada diante de um contexto econômico adverso. Esse fenômeno atinge pessoas com menos escolaridade, desempregadas, com famílias não estruturadas ou sem rede de apoio.

Crise dos 40

Embora os 40 anos tenham a fama de ser o período mais triste, o extenso banco de dados analisado mostrou que, em média, a idade mais infeliz das pessoas nos países desenvolvidos é em torno dos 47,2 anos, enquanto nos países em desenvolvimento é 48,2 anos.

"Aos 47 anos, a gente se torna mais realista, já se deu conta que não vai ser o presidente do país", disse Blanchflower em entrevista à BBC News no ano da publicação do estudo.  E depois de 50 anos, ele acrescenta, na mesma entrevista: "Você se torna mais grato pelo que tem".

Publicado em 2020, o estudo de Blanchflower abordou apenas os momentos iniciais da pandemia de Covid-19, que teve impacto significativo na saúde mental de pessoas em todo o mundo. 

Fonte: Portal Terra
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade