Gamificar o treino? Entenda como isso pode melhorar seus resultados
Se você busca aprimorar sua saúde e conquistar objetivos de bem-estar, inovar na sua rotina é fundamental. A gamificação surge como uma estratégia moderna que torna os treinos mais divertidos e motivadores. Ao incorporar elementos do jogo aos exercícios, é possível manter maior disciplina, aumentar a autoconfiança e alcançar seus objetivos com mais facilidade. Conheça neste artigo como essa abordagem pode transformar sua trajetória de saúde.
Prometeu, segunda-feira e não vai falhar a academia. Traçou um plano infalível, tem lista de compras e até já assistiu a diversos vídeos no Youtube de como se motivar e manter as posturas corretas. O problema? Isso por si só não resulta. Não é a motivação que sustenta um treino na academia, mas a consistência. O problema é que chegar na fase da consistência envolve esforço e empenho, algo que muitas vezes não conseguimos entregar.
O treino demora a devolver resultado visível a rotina parece cada vez mais complexa de encaixar o seu treino, sai cansada do trabalho do treino e quando dá por si já falhou a academia mais vezes do que aquelas que gostaria de admitir.
Lógica da gamificação funciona bem no universo fitness
O conceito de gamificação está cada vez mais presente e é adotada em diversos setores porque dá ao cérebro uma coisa que ele gosta muito, sinal rápido de progresso, o tal efeito de recompensa.
Ao usar a gamificação deixa de ver o seu objetivo final que demora meses a alcançar, passa a lidar com pequenas metas onde o resultado é visível quase no imediato. Desafio semanal, número de passos, carga, tempo ou frequência, tudo pode funcionar desde que sinta que está funcionando.
Um relógio mostrando que faltam poucos passos para bater a meta, um aplicativo avisando que a corrida foi melhor do que a da semana passada, um professor anotando evolução, ou um grupo de amigos combinando presença não faz milagre, mas tudo isso ajuda a não largar o processo logo na primeira semana ruim. Mas e as recompensas? Caso a felicidade de alcançar pequenas metas não serem suficientes, pode se recompensar ao atingir determinadas metas. Fazer uma massagem relaxante quando conseguir correr os seus primeiros 5km, ou até ir jantar ao seu restaurante preferido após um mês sem falhar a academia.
Essa forma de prender atenção não ficou só no treino
A estratégia de gamificação surge também em áreas ligadas ao esporte digital. Na verdade, nos dias de hoje até empresas adotam a gamificação para motivar seus profissionais. Quando falamos de esporte é interessante que, por exemplo no futebol, a existência de fantasy game, placar ao vivo, estatística em tempo real, previsão de resultado, disputa entre amigos e também apostas de futebol, são no fundo estratégias de gamificação que tornam a experiência mais interessante sem precisar esperar os 90 minutos.
Isso é especialmente visível em plataformas como a Superbet apostas esportivas online, o usuário acompanha o jogo e ao mesmo tempo reage ao que está acontecendo, lê cenário, muda percepção e sente que está dentro da dinâmica. Quando faz apostas de eventos que podem ocorrer durante a partida, no caso do seu palpite estiver certo, a sensação de recompensa é imediata e assistir à partida até ao final se torna mais emocionante.
O mecanismo que segura atenção é parecido ao que você pode usar no seu treino. Existe meta, existe retorno rápido e existe uma resposta quase imediata ao que a pessoa faz ou acompanha.
É justamente por isso que esse tipo de lógica pode ser tão útil no fitness quando usada do jeito certo. Se ela já consegue manter alguém atento a um jogo por noventa minutos, também pode ajudar a manter outra pessoa ligada ao próprio processo de treino por mais tempo.
O que interessa não é a recompensa, é a repetição
Muita gente acha que constância nasce de motivação alta o tempo todo, mas quase nunca é assim. O que sustenta resultado costuma ser repetição. E repetir fica muito mais fácil quando o processo não parece tão seco. Se uma meta simples ajuda alguém a treinar mais uma semana, ela já serviu. Se um desafio de passos faz a pessoa sair para caminhar num dia em que ficaria no sofá, já houve ganho. Se acompanhar o próprio progresso diminui a sensação de fracasso, melhor ainda.
O erro está em exagerar e transformar tudo em cobrança. Quando isso acontece, o efeito vira ansiedade e perde força. Mas quando a gamificação entra como apoio, ela ajuda a fazer o básico bem feito. E o básico bem feito continua sendo o que mais muda corpo, cabeça e saúde ao longo do tempo.
O treino não precisa parecer punição para dar resultado. Quando ele ganha ritmo, meta e sensação de avanço, o cérebro para de ver só esforço e começa a ver caminho. É aí que a pessoa deixa de recomeçar toda segunda-feira e finalmente começa a continuar.