'Paternidade sempre esteve dentro de mim', declara Otaviano Costa
Em entrevista à CARAS Brasil, Otaviano Costa confessa como lida com a paternidade; o ator também se derrete ao falar da relação com Flávia Alessandra
Otaviano Costa (52) é muito apegado às herdeiras Giulia e Olívia, fazendo questão de estar presente na vida das duas, pois como ele mesmo define: "Família é minha religião!". Em Especial ao Dia dos Pais, o ator é um dos famosos entrevistados pela CARAS Brasil para falar sobre paternidade e família. Ele confessa viver um aprendizado constante ao lado delas.
"Tento ao máximo estar presente nas pequenas ou grandes situações da vida delas e por isso me considero o tempo todo em aprendizado. É muito legal perceber, mesmo de maneira diferente, as duas evoluindo, crescendo e me trazendo sempre conteúdo para eu poder ampliar minha compreensão sobre cada uma delas", declara. Otaviano Costa avalia como se define nesta experiência como pai.
"Em evolução, um pai em constante aprendizado, um aprendiz. Essa é a pura verdade, com essas duas meninas incríveis, com personalidades distintas, mas que muito se parecem, eu aprendo o tempo todo junto com a evolução delas e eu evoluo junto com elas, escutando muito, dialogando muito. Eu sou aquele pai torcedor, aquele pai que se emociona com as conquistas delas, com os momentos de alegria", diz.
Companheira mesmo nos desafios
Otaviano Costa vive um casamento pautado em muito respeito e amor com Flávia Alessandra (51), formando um dos casais mais famosos do meio artístico, mas para além da parceria na arte, eles também se apoiam nas demandas com as filhas.
"Eu e a Flávia temos um elo de parceria muito forte, muito potente, parceria na sua mais profunda e clara compreensão. Isso se potencializa ainda mais quando estamos dentro de casa, com as nossas filhas, na nossa casa, com a nossa vida pessoal. A gente é muito companheiro e parceirão, sabe?", confessa.
Segundo Otaviano Costa, nos momentos mais desafiadores, profissionalmente falando, os dois sempre se apoiaram para conciliar com a criação das filhas: "A gente tem uma sensibilidade muito grande. A Flávia consegue perceber quando eu estou cansado, estressado, vai lá e ajuda", aponta. O ator complementa.
"Na hora da criação das meninas, sempre que ela precisava dormir, descansar, depois de amamentar, eu estava lá com a Olívia no colo nas madrugadas e deixava ela dormir [...] para que ela pudesse descansar. Isso se estende para tudo. A gente tenta ao máximo estar juntos em quase tudo delas. Essa capacidade que a gente tem de gerir essa gangorra da vida nos ajuda muito", compartilha. Abaixo, confira trechos editados da entrevista de Otaviano Costa à CARAS Brasil.
Como define sua experiência com a paternidade? O que é família para você?
- É tudo! Família é cura, vida. É lá que a gente se recolhe, se encolhe, se aquece, se esquece, na família que a gente se percebe. É nela que a gente encontra paz, diverte, desarma a alma. Nela tem o amor mais puro, que enobrece. Família é fundamental. Família é minha religião!
Qual foi a transformação que a paternidade trouxe para sua vida?
- Eu não sei se houve uma grande transformação, talvez uma convicção dessa paternidade que sempre esteve dentro de mim. Eu sempre sabia que ia chegar a hora de assumir esse papel. Eu tive mentores práticos como o meu próprio pai, exemplos incríveis de paternidade, que só me davam a certeza de querer ser alguém próximo deste exemplo. Quando eu vesti essa roupa da paternidade, inicialmente com a Giulia e depois com a Olívia, ficou ainda mais óbvio, eu tinha certeza dos caminhos que eu tinha que seguir pelos princípios que ali estavam fincados no meu coração e nos ensinamentos, que de uma maneira ou outra, na prática, meu pai e alguns tios já me trouxeram.
Qual a maior lição que aprendeu com a paternidade?
- É o diálogo. Abra sempre um canal de conversa e muito mais de escuta com os seus filhos e filhas. O mundo tem muita informação hoje, existe muita gente para conversar e isso não significa propriamente coisa boa. Acho que é fundamental criar um canal de conversa franca e estar à disposição deles. Você esteja apto para poder criar diálogos, compreensões, reflexões, gerar reflexões. Essas conversas são tão boas, você ajuda também os filhos a refletirem também sobre qualquer coisa que eles estejam ali colocando em pauta. Acima de tudo, é escutar, dialogar, aprender e conectar, essa conexão vem a partir disso.
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