Evite estes 7 peixes: parecem saudáveis, mas escondem algo muito prejudicial
Algumas espécies concentram mercúrio e outras toxinas ao longo da vida e exigem moderação no consumo
Peixe costuma ser associado a uma alimentação equilibrada, rica em proteínas e gorduras boas, como o ômega 3, que contribuem para a saúde do coração e do cérebro. No entanto, nem todas as opções são iguais quando o assunto é segurança alimentar.
Espécies maiores e predadoras tendem a acumular mais metais pesados, como o mercúrio, além de outras toxinas presentes no ambiente marinho. Quando o consumo é frequente e não há variedade no cardápio, esses contaminantes podem representar riscos ao sistema nervoso e cardiovascular, especialmente para gestantes e crianças.
A seguir, veja quais peixes exigem mais atenção e por que devem ser consumidos com moderação.
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1. Cação
Muito presente em peixarias e restaurantes, o cação pode conter níveis elevados de mercúrio. Como está no topo da cadeia alimentar, ele acumula metais pesados ao longo dos anos.
Outro ponto de alerta é que, muitas vezes, o cação comercializado corresponde à carne de tubarão, o que dificulta a rastreabilidade e o controle da qualidade. O consumo frequente pode afetar o sistema nervoso e o desenvolvimento neurológico.
2. Peixe-espada
Também conhecido como espadarte, é um peixe grande e de vida longa, características que favorecem o acúmulo de toxinas. Estudos internacionais já apontaram altos níveis de mercúrio na espécie.
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