Deborah Secco revela como morte da irmã influencia a criação de sua filha: 'Urgência'
Morte precoce de irmã de Deborah Secco trouxe uma série de mudanças em sua vida; atriz refletiu sobre como o fato interfere na criação de sua filha
A atriz Deborah Secco abriu o coração ao falar sobre a morte precoce da irmã e como essa perda transformou sua forma de enxergar a vida e de educar a filha, Maria Flor, de 9 anos. O relato emocionante aconteceu durante sua participação no podcast Mil e Uma Tretas, exibido nesta segunda-feira (25/8).
Uma infância marcada pela perda
Deborah tinha apenas um ano e meio quando sua irmã, então com 5 anos, faleceu. "A minha mãe me criou de uma forma muito, talvez, diferente. E eu trouxe isso como uma urgência pra vida, sabe?", contou a atriz.
Essa "urgência" se refletia diretamente na forma como sua mãe estabelecia limites. "A minha mãe só me falava 'não' se não pudesse mesmo. E eu lembro uma vez que queria fazer um negócio no cabelo, e todo mundo criticava: 'Ai, você vai deixar? Ela tá novinha pra fazer'. E ela falava: 'Minha outra filha morreu antes, nunca pude deixar a minha outra filha [fazer]'", relembrou.
O choque anafilático que mudou tudo
Durante o programa, Deborah explicou que a irmã sofreu uma reação alérgica grave durante um procedimento médico. "Teve um choque anafilático e em segundos perdi tudo, sabe?", disse.
Essa experiência deixou marcas profundas na atriz e na forma como lida com a vida cotidiana. "Crio a Maria muito assim também, com essa urgência, sabe? Realmente não pode? Isso vai deixar ela tão feliz e é uma coisa que levo pra minha vida todas as vezes que eu me despeço, todas as vezes que saio de casa. Dificilmente prometo que volto, sabe? Acho que foram coisas que foram ficando em mim", declarou.
História da irmã
Em janeiro deste ano, Deborah já havia compartilhado outras informações sobre a morte da irmã Ana Luísa, que nasceu com problemas de saúde. Segundo a atriz, a complicação fatal ocorreu durante um procedimento simples, quando ela teve um choque anafilático.
O relato de Deborah Secco mostra como experiências dolorosas podem moldar profundamente não apenas a forma de ver o mundo, mas também a maneira de criar os filhos, trazendo reflexões sobre limites, urgência e amor no cotidiano.