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Veja 9 coisas que se pode ou não fazer nos 50 melhores do mundo

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Entre os 50 melhores restaurantes do mundo, há estabelecimentos brasileiros, como o D.O.M., do chef Alex Atala, e de vários outros países, como Dinamarca, Espanha, Tailândia, Peru e Estados Unidos.

Não é apenas a distância que pode impedir de desfrutar das criações gastronômicas dos locais. Medo da conta exorbitante e receio de não saber como se comportar também podem ser restrições.  Pensando nisso, o Terra conversou com a consultora de etiqueta Renata Mello para saber se é preciso ter algum tipo de atitude diferente ao pisar num ambiente tido como um dos melhores do mundo. Confira.  

Reservas
Na maioria dos restaurantes é necessário fazer reserva. No ano passado, quando o Noma da Dinamarca foi eleito o melhor do mundo, o chef René Redzepi afirmou que a lista de reservas pulou de 14 para 1,2 mil pessoas, o que significa cerca de três meses de espera para provar uma das criações do local. No entanto, se estiver na cidade de um restaurante renomado, valer arriscar. "Não considero falta de etiqueta ir sem reservas, você pode tentar. Já vi acontecer de algum cliente cancelar de última hora, e que bom, sorte a sua.  O que não pode fazer é brigar por uma mesa vazia que está reservada", ensina Renata.

Conhecer o chef
Os chefs de restaurantes renomados são celebridades. Isso não significa que é educado pedir para conhecê-lo. No entanto, vale cumprimentá-lo se aparecer a oportunidade. "Se o chef aparecer pela mesas, daí sim. Caso contrário, evite chamá-lo, isso pode atrapalhar os pedidos de outros clientes", ensina a consultora.

Preço no cardápio
Há restaurantes que não exibem os preços nos cardápios, o que pode causar preocupação. Avaliar o quanto será gasto na refeição começa antes de chegar ao local. Mesmo na reserva, vale perguntar o valor médio dos pratos. Lembre-se: perguntar não ofende e evita sustos. "Antes de reservar, analise a quantidade de $. Quanto mais $, mais caro é o restaurante, sugiro que tenha uma verba para restaurantes antes de viajar e veja o quanto pode gastar em cada refeição", diz Renata. No Noma, por exemplo, o gasto por pessoa passa dos US$ 400.

Conhecer o perfil do local
Se você não for um expert em gastronomia ou muito curioso (ou corajoso) para experimentar de tudo, é bom informar-se antes sobre o tipo de gastronomia do local e como os pratos chegam à mesa. No Alinea, Estados Unidos, considerado o 15º melhor do mundo na eleição 2013 da revista Restaurants, os pratos são feitos com géis, espumas e pós, que transformam os pratos em uma obra de arte. Além disso, algumas regiões podem privilegiar temperos e ingredientes que podem inclusive estar na sua lista de restrições alimentares. "Vale sempre se informar antes sobre a gastronomia e os temperos.  Principalmente dos temperos ou ingredientes que você não goste ou que tenha alergia”, ensina a consultora.

Restrições
Pessoas com restrições alimentares podem pedir alterações no prato ou mesmo a elaboração de uma receita que não esteja no cardápio. Apesar de que isso não agrada ao chef. "Normalmente eles não gostam de modificar o prato, pois qualquer alteração de temperos pode estragar o sabor final desejado", diz Renata.

Vinho
Se o prato já for pesar no bolso e você quiser economizar na bebida, não pergunte ao sommelier sugestão de um vinho barato. "É muito deselegante. É mais educado pedir um vinho leve e dizer que você não tem o costume de beber, quer apenas um vinho para acompanhar o prato", sugere a consultora.

Dress code
Não é porque um restaurante está entre os melhores do mundo que é necessário usar traje tipo gala. Mas é importante investigar antes que tipo de roupas são adequadas ou mesmo exigidas. "Muito importante para não fazer feio e se sentir um peixe fora d’água", avisa Renata.

Alguns restaurantes pedem blazer ou mesmo terno e gravata. Para as mulheres, vestidos mais elegantes, na altura do joelho, calças de alfaiataria com camisa de seda são boas opções.

Perguntas sobre os pratos
Não se acanhe em perguntar ao maître ou garçons sobre os pratos, apresentações e qualquer outra dúvida ou curiosidade que tenha.

Vale a pena
Ninguém come diariamente em restaurantes superpremiados, com apresentação impecável e outros itens comuns a esses lugares. Isso não significa que a experiência não seja válida. "Acredito que estar num restaurante premiado é chance de comer bem, ver pessoas interessantes, conhecer a arquitetura e a decoração do local visitado, tudo isso é um conjunto que torna a ocasião inesquecível", diz Renata.

Serviço:
Tickets
Av. Paralelo 164.
Barcelona
Reservas pelo site: www.ticketsbar.es

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Fonte: Ponto a Ponto Ideias Ponto a Ponto Ideias
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