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Brandy nacional é opção nas noites frias

2 jul 2009 - 17h51
(atualizado às 17h56)
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Quando a temperatura baixa é hora de aumentar o teor alcoólico dos copos. Os destilados, por apresentarem maior gradação alcoólica que os fermentados, costumam ser lembrados nas noites frias. Entre eles, o que mais está associado aos números baixos do termômetro é o brandy, um destilado proveniente do vinho e resultante da fermentação do sumo de frutas, não se restringindo apenas às uvas.

Foto: Carlos Alberto Barbosa / Especial para Terra
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O brandy não implica em região demarcada, mas em forma de preparo e matéria base de elaboração da bebida. Existem brandies de maçã (Applejack e Calvados), cerejas (Kirsch), peras (Poire), ameixas (Quetsch e Slivovitz) e os de uva (Cognac e Armagnac).

No mercado brasileiro existe uma infinidade de produtos nacionais que levam o nome genérico de conhaque , mas normalmente são destilados de gengibre, extrato de carvalho, etc, misturados a outros destilados. Leia atentamente o contrarrótulo da garrafa, e procure pelos ingredientes. Será possível verificar, em alguns casos, que a bebida é resultado de destilado de vinho envelhecido em barrica de carvalho.

Cinco marcas de brandies nacionais foram analisadas e três selecionadas. O detalhe da falta de informação chama a atenção nos rótulos e contrarrótulos das garrafas. Apenas um dos exemplares, o brandy da Casa Valduga, indicava tempo de envelhecimento em barricas. Os demais mencionam a passagem pelo carvalho, mas não indicam o tempo.

Todo conhaque é um brandy

No conhaque, toda forma de produção, desde o manejo das vinhas, tipos de uvas autorizadas, preparação do vinho base, técnicas de destilação, controle de estoques e envelhecimento são regulamentados pelo Bureau National Interprofessionnel du Cognac. O processo deve ser realizado na região demarcada. Na França, na região de Charante, se localiza a cidade de Cognac, que deu nome à bebida.

As uvas autorizadas são das variedades Colombard, Folle Blanche e Ugni Blanc (Trebbiano na Itália) e constituem mais de 90% das plantadas na região. O resultado da segunda destilação do vinho base, a eua-de-vie, ou água da vida, deverá envelhecer por no mínimo dois anos em barricas de carvalho para poder levar o nome de cognac. Nesse caso, sua classificação será VS (Very Special) ou três estrelas. Se o tempo de envelhecimento for de quatro anos, sua classificação passa a ser VSOP (Very Special Old Pale) ou Réserve. Mais de seis anos, o cognac poderá ostentar no rótulo as distintivas letras XO (Extra Old), a palavra Napoléon ou a expressão Hors d'âge.

Fonte: Especial para Terra
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