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O que é dermatilomania? Entenda o transtorno relatado por Giulia Costa

O distúrbio mental, associado à ansiedade e ao estresse, provoca a necessidade de cutucar e machucar a pele, seja de forma inconsciente ou voluntária

20 fev 2026 - 17h06
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Giulia Costa revelou recentemente ter sido diagnosticada com dermatilomania, um distúrbio mental caracterizado pelo ato repetitivo e compulsivo de coçar, cutucar ou machucar a própria pele, resultando em feridas. De acordo com a atriz, de 25 anos, a condição, também conhecida como Transtorno de Escoriação (TE), é desencadeada pelo estresse e pela ansiedade.

Giulia Costa revelou ter recebido o diagnóstico de dermatilomania após uma viagem na qual sofreu com crises de ansiedade
Giulia Costa revelou ter recebido o diagnóstico de dermatilomania após uma viagem na qual sofreu com crises de ansiedade
Foto: Reprodução/Instagram/@giuliacosta / Bons Fluidos

A filha de Flávia Alessandra e de Marcos Paulo contou, em entrevista à 'Quem', que identificou o quadro após uma viagem internacional com a família. Nas redes sociais, ela desabafou sobre a dificuldade de controlar o impulso e os impactos do distúrbio. "A ansiedade atacou como poucas vezes e eu machuquei toda a minha mão", contou.

Dermatilomania: entenda a condição de Giulia Costa

Segundo a psiquiatra Sâmia Jamile, o TE provoca a necessidade de ferir a pele, seja de forma consciente ou involuntária. Normalmente, os pacientes focam em áreas específicas do corpo e em imperfeições preexistentes, como acne ou machucados com cascas. As regiões mais afetadas costumam ser o rosto, braços, pernas e couro cabeludo, onde há a tendência de cutucar também, em alguns casos, com pinças.

Assim, como consequência, há danos físicos significativos, além de emocionais. A especialista cita, em seu perfil no Instagram, sentimentos de vergonha, culpa e ansiedade, que podem levar ao isolamento social e a quadros depressivos. Segundo Jamile, as origens do distúrbio ainda não são completamente claras; no entanto, sabe-se que o comportamento surge por uma sensação de tensão ou após sintomas ansiosos.

Além disso, conforme aponta a profissional, fatores como predisposição genética, desequilíbrios neurobiológicos no cérebro e experiências traumáticas contribuem para o desenvolvimento da condição crônica. O tratamento, portanto, consiste em uma abordagem integrada para minimizar os efeitos.

"Terapias cognitivo-comportamentais têm se mostrado eficazes na identificação e modificação dos comportamentos compulsivos. Em alguns casos, o psiquiatra pode prescrever medicações para auxiliar no controle dos impulsos. Ademais, práticas como mindfulness e relaxamento respiratório ajudam a reduzir a ansiedade associada ao transtorno", esclareceu.

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Um post compartilhado por Dra. Sâmia Jamile (@dra.samiajamile)

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