Dia da Visibilidade Trans: 6 influenciadores para você seguir
O dia 29 de janeiro marca o Dia Nacional da Visibilidade Trans no Brasil. Essa data é fundamental para celebrarmos a existência e a resistência dessas pessoas. Na internet, muitos criadores de conteúdo usam suas vozes para educar e inspirar.
Seguir pessoas trans é uma forma de ampliar sua visão de mundo. Além disso, você consome conteúdos incríveis sobre moda, beleza, cultura e política. A visibilidade ajuda a combater o preconceito e constrói um futuro mais justo.
Preparamos uma lista com seis influenciadores que são referências em suas áreas. Eles ocupam espaços, quebram barreiras e entregam muito entretenimento com propósito. Prepare o seu "seguir" e confira esses nomes potentes que brilham nas redes.
1. Jonas Maria: literatura e reflexão profunda
Se você ama livros e discussões sociais, Jonas Maria é parada obrigatória. Ele é escritor e criador de conteúdo focado em literatura e gênero. Seus vídeos trazem análises profundas sobre como a sociedade enxerga corpos trans. Além disso, ele é marido da também influencer Nátaly Neri.
Jonas tem uma didática incrível para falar de temas que parecem complexos. Ele usa a cultura pop e os livros para explicar conceitos fundamentais hoje. É aquele perfil perfeito para quem quer aprender e refletir com calma.
2. Bellla Longuinho: beleza e autenticidade
Bellla Longuinho é sinônimo de carisma e muito estilo no seu feed. Ela compartilha sua rotina, dicas de beleza e reflexões sobre sua transição. Sua conexão com os seguidores é baseada na transparência e na verdade.
A influenciadora mostra que ser trans é também celebrar a própria beleza. Bellla inspira milhares de jovens que buscam referências de autoestima e autocuidado. Acompanhar seus conteúdos é receber uma dose diária de brilho e confiança.
3. Giovanna Heliodoro: letramento racial e de gênero
Giovanna Heliodoro é a mente brilhante por trás do perfil @transpreta. Historiadora e comunicadora, ela é uma voz fundamental nas redes. Ela une conhecimento histórico com as tendências atuais do Brasil.
Seu trabalho resgata a memória da comunidade trans e negra. Ela apresenta o podcast "Vamos sentindo". Giovanna é essencial para quem busca profundidade e consciência social. Ela mostra como a história molda as nossas vivências atuais. Seguir a Transpreta é garantir um feed com inteligência e propósito.
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4. Beta Boechat: moda e militância de corpos reais
Beta Boechat é uma voz essencial quando o assunto é moda inclusiva. Ela fala sobre a intersecção entre ser uma mulher trans e gorda. Seu conteúdo questiona os padrões de beleza impostos pela indústria da moda.
Beta mostra que o estilo não deve ter barreiras de tamanho ou gênero. Ela entrega looks incríveis e discussões necessárias sobre o mercado de influência. Segui-la é entender que todo corpo merece ser celebrado e bem vestido.
5. Dante Olivier: arte, dança e criatividade
Dante Olivier é um artista completo que domina as dancinhas e a edição. Com muito humor e criatividade, ele compartilha sua jornada como homem trans. Seus vídeos de transição e edição são visualmente impecáveis e muito divertidos.
Dante humaniza a experiência trans através da arte e do entretenimento leve. Ele mostra que o processo de transição tem cores, música e muita vida. É um dos maiores nomes da comunidade no TikTok e conquista todos com seu talento.
6. Luiza Mayers: lifestyle e comunicação
Luiza Mayers traz um conteúdo focado em estilo de vida e comunicação. Ela compartilha suas experiências de forma leve, mas sempre muito informativa. Luiza é uma referência de elegância e de como ocupar espaços corporativos.
Seu perfil é ideal para quem gosta de acompanhar rotinas reais e inspiradoras. Ela fala sobre carreira, moda e a importância da voz trans na mídia. Sua presença nas redes fortalece a ideia de que pessoas trans podem tudo.
A importância de apoiar criadores trans
Apoiar esses influenciadores vai muito além de apenas dar um like rápido. Significa valorizar o trabalho de pessoas que muitas vezes enfrentam barreiras digitais. O engajamento ajuda a entregar esses conteúdos para públicos cada vez maiores.
Muitas vezes, o algoritmo das redes sociais acaba invisibilizando corpos dissidentes hoje. Por isso, comentar, compartilhar e salvar os posts faz uma diferença real. Você ajuda a garantir que essas vozes continuem produzindo e ocupando as redes.
Além disso, marcas e empresas olham para esses números na hora de contratar. Ter pessoas trans em campanhas publicitárias é um passo enorme para a inclusão. Seu apoio digital reflete diretamente na economia e na vida desses criadores.
Educação como ferramenta contra o preconceito
O preconceito muitas vezes nasce da falta de informação e do medo. Consumir conteúdos de pessoas trans ajuda a desmistificar muitos tabus sociais. Você passa a entender que não existe apenas uma forma de ser trans.
Cada trajetória é única e merece respeito dentro de sua individualidade própria. Os influenciadores citados mostram a pluralidade de vivências que existem na comunidade. Existem homens trans, mulheres trans, pessoas não-binárias e diversas outras identidades.
Quanto mais cedo aprendemos sobre diversidade, mais empáticos nos tornamos no dia a dia. A escola nem sempre ensina esses temas de forma aberta e clara. Por isso, as redes sociais se tornaram uma escola alternativa de cidadania.
Celebrando a vida trans todos os dias
O Dia da Visibilidade Trans é apenas o começo de uma conversa. Essa celebração deve acontecer durante todos os meses do ano, sem parar. A luta por direitos e segurança é uma pauta constante no Brasil.
O nosso país ainda é um dos que mais mata pessoas trans. Mudar essa realidade depende da atitude de cada um de nós, jovens. Ser um aliado significa ouvir, aprender e intervir quando presenciar injustiças.
Acompanhar Jonas, Bellla, Beta, Dante, Luiza e Giovanna é um ótimo começo. Eles mostram que a vida trans é cheia de planos, sonhos e conquistas. A beleza da diversidade é o que faz o mundo ser um lugar interessante.