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Cientistas descobrem as causas do 'branco mental'; confira

Segundo um estudo da Universidade de Liège, dois processos podem causar o esquecimento repentino, afetando ainda a atenção

5 ago 2025 - 12h40
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Sabe aqueles momentos, durante uma prova ou entrevista, em que o cérebro simplesmente trava e você esquece até mesmo informações básicas? Esse fenômeno, conhecido como "branco mental", é comum e leva muitas pessoas a se perguntarem o que o provoca. Felizmente, cientistas da Universidade de Liège parecem ter encontrado uma resposta.

Segundo um estudo da Universidade de Liège, dois processos podem causar o branco mental, fenômeno que afeta a memória e a atenção
Segundo um estudo da Universidade de Liège, dois processos podem causar o branco mental, fenômeno que afeta a memória e a atenção
Foto: Canva Equipes/Khosro / Bons Fluidos

O que causa o "branco mental"?

De acordo com o estudo da instituição, que analisou 80 artigos sobre o tema, incluindo levantamentos próprios, o apagão mental costuma ocorrer logo após atividades exaustivas, como exercícios físicos de alta intensidade e testes longos. Além disso, os pesquisadores descobriram que noites mal dormidas também podem ocasioná-lo, afetando a memória e a concentração.

Mas o que acontece no cérebro humano para provocar o branco mental? Para responder a essa pergunta, a pesquisa investigou, por meio de ressonância magnética funcional (fMRI) e eletroencefalografia (EEG), as reações do sistema nervoso durante o fenômeno.

Dessa forma, foi possível constatar que dois processos fazem os pensamentos fugirem repentinamente. Em um deles, a mente se comporta de maneira semelhante ao que se observa em pessoas inconscientes. Ou seja, nesse caso, o cérebro atua de forma mais lenta, apresentando poucos sinais elétricos e menor percepção de estímulos sensoriais. Assim, leva à diminuição da frequência cardíaca, bem como acontece durante o sono.

Por outro lado, há situações em que o "branco mental" é desencadeado pelo aumento de atividades cerebrais na parte posterior do córtex. Segundo os estudiosos, isso ocorre porque níveis mais elevados de excitação podem impactar a cognição, dificultando a atenção e o raciocínio.

"Isso significa que, no futuro, poderemos caracterizar o branco tanto no nível da fenomenologia quanto da fisiologia. Já fazem isso com os sonhos, que representam um tipo específico de experiência associado a um estado fisiológico particular (o sono). Também identificamos o apagão como uma possível coleção de fenômenos diferentes, embora sobrepostos. Alguns relatos indicam uma redução da excitação cortical, enquanto outros se assemelham mais ao que ocorre durante a meditação", explicam os especialistas, em um comunicado.

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