Bulking intenso de curto prazo ou controlado a longo prazo: qual é a melhor forma de ganhar massa muscular?
Entenda as diferenças entre os métodos, os impactos na composição corporal e o que dizem especialistas sobre os resultados
Aumentar massa muscular envolve vários fatores, como a estimulação mecânica dos grupos musculares e a síntese proteica. Assim como erramos ao comer pouco achando que perderemos mais gordura, também erramos ao comer em excesso acreditando que ganharemos mais músculo.
Nosso corpo tem um limite para ganhar músculo e perder gordura, que não muda muito, mesmo com superávit ou déficit energético elevados.
"Bulking exagerado": o que é e por que não nos interessa
As calorias de uma dieta podem ser usadas para manter, aumentar ou reduzir o peso. Quando queremos aumentar, seja por estarmos abaixo do peso ideal ou para ganhar massa muscular, podemos optar por um ganho lento e controlado ou um ganho rápido e brusco.
Como você deve imaginar, o rápido quase nunca é o ideal, então comer mais não significa ganhar mais músculo. O importante é diferenciar entre ganhar peso na balança e ganhar músculo — esses dois nem sempre andam juntos.
Se você acompanha o fisiculturismo, talvez já tenha ouvido atletas falarem do peso em "bulking" (volume) e em "cutting" (definição), com diferenças de dezenas de quilos. Atualmente, essas variações são mais controladas para evitar aquela barriga protuberante que se via em fisiculturistas de antigamente, com abdômen projetado para fora como se estivessem grávidos.
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