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Startup brasileira de serviço para festas, Festalab capta R$ 7,5 milhões

Aporte em empresa que busca ser hub de produtos e serviços para confraternizações foi liderado pelos fundos Canary, Atlantico e Big Bets

6 mai 2020
04h11
atualizado às 13h06
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A startup brasileira Festalab anuncia que recebeu uma rodada de aportes de R$ 7,5 milhões (US$ 1,5 milhão), liderada pelos fundos Canary, Atlantico e Big Bets. Fundada em 2017, a empresa busca ser um hub de produtos e serviços para quem deseja realizar uma festa - seja um aniversário de criança, um chá de bebê ou um evento corporativo.

Além dos fundos, participaram da rodada alguns nomes do ecossistema de startups brasileiro, como pessoas físicas - entre eles, estão Renato Freitas, cofundador da 99, Bruno Nardon, ex-presidente executivo da Rappi no Brasil, e André Narciso, presidente executivo da edtech QueroEducação. Os recursos serão usados na expansão da empresa, que chegou ao final de 2019 com 200 mil clientes por mês, tendo realizado 120 mil casamentos no ano.

"Criamos uma solução para que quem organiza um evento, seja uma festa de criança ou chá de bebê, consiga fazer tudo pela internet, com convite e confirmação de presença", explica o fundador Erik Santana, que criou a empresa após ter dificuldades para comprar um presente para um aniversário infantil, em 2017.

Com a pandemia do coronavírus, porém, a receita da startup caiu cerca de 80%, diz o empreendedor, uma vez que as pessoas começaram a desmarcar suas festas e confraternizações. Para seguir de pé, a empresa criou um serviço de eventos virtuais, em parceria com a plataforma de videoconferência Whereby - assim, é possível organizar confraternizações da mesma forma que antes, incluindo os convites e lista de presença. Segundo Santana, mais de 4,6 mil eventos foram criados pelos usuários neste mês de abril.

A empresa também organizou serviços como lista de presentes de chá de bebê. "Não estamos faturando com isso, mas mesmo no isolamento social as pessoas comemoram eventos e nós precisamos estar perto do usuário", diz Santana. Ele afirma, no entanto, que não voltou sua atenção só para o momento do coronavírus. "Precisamos estar preparados para quando o mercado voltar, então o time está dividido."

*É estagiária, sob supervisão do editor Bruno Capelas

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Estadão
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