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China quer usar 10 mil robôs humanoides em fronteira com Vietnã; saiba como funcionam

Empresa UBTech ganhou negociação para usar robôs bípedes em fronteira com o Vietnã

23 abr 2026 - 12h59
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China quer usar até 10 mil robôs na fronteira com o Vietnã
China quer usar até 10 mil robôs na fronteira com o Vietnã
Foto: Divulgação/UBTech Robotics

A China deve começar a implantar, até 2027, o uso de robôs humanoides bípedes para trabalharem na fronteira do país com o Vietnã. A UBTech Robotics é a empresa que venceu a negociação para usar seus robôs em um contrato de US$ 37 milhões (R$ 183,6 milhões), e já começou a utilizar o modelo Walker S2 para esta função.

Apesar de parecer uma realidade saída de um filme de ficção científica, o uso de robôs para executar tarefas antes atribuídas a humanos tem se tornado cada vez mais comum na China. A empresa UBTech Robotics, que tem sede em Shenzhen, constrói robôs humanoides para a indústria e para serviços públicos.

Até o ano que vem, o objetivo é empregar 10 mil robôs atuando na fronteira, realizando serviços sozinhos ou auxiliando funcionários do governo.

Os engenheiros focam em materializar a inteligência artificial com controles físicos no corpo do robô. Essas máquinas são capazes de lidar com ambientes hostis do mundo real.

Fangchenggang é uma cidade costeira em Guangxi, que fica na fronteira da China com o Vietnã, onde é alto o volume de circulação de caminhões e viajantes. Cruzar a fronteira pode ser uma tarefa complicada devido a itinerários apertados e inspeções rigorosas principalmente sobre cargas.

Caso os robôs se saiam bem neste trabalho, ficará mais fácil argumentar em favor do uso das máquinas sobre funcionários humanos em aeroportos, portos e estações de trem lotadas.

Como são os robôs?

Os robôs Walker S2 da UBTech têm tamanho humano, pernas articuladas e braços que se movem da mesma forma que de uma pessoa.

Ele ainda é capaz de trocar a própria bateria sem ajuda de um ser humano, o que singifica que pode continuar trabalhando sem parar.

Para manter o equilíbrio e evitar colisões, os robôs possuem câmeras, sensores de profundidade e reforço nas articulações para monitorar movimentos nas proximidades.

A mistura de hardware com software faz com que o modelo seja um agente mais multifuncional do que muitas outras máquinas usadas na indústria.

No projeto da fronteira, os robôs ajudam funcionários humanos a guiar filas, direcionar veículos e responder perguntas simples de viajantes. Alguns robôs também farão patrulhas, poderão procurar saídas bloqueadas ou aglomerações que precisem de intervenção.

Outros serão usados para auxiliar na logística de cargas, checagem de contêineres, identificação, confirmação de selos e para dar informações a despachantes.

Fonte: Portal Terra
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