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Case brasileiro aplica o conceito de metaverso à educação

Empresa de inovação na educação médica oferece plataformas integradas para professores e alunos.

10 fev 2022 - 03h00
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Foto: MedRoom / Divulgação

Com o lançamento do aplicativo para o ensino à distância, síncrono e assíncrono, a edtech MedRoom agrupa suas soluções de ensino em VR (realidade virtual), app em smartphones e na web, tornando-se um case no conceito de metaverso dentro do Brasil.

O foco do universo compartilhado da MedRoom é viabilizar um ensino realmente híbrido e integrado, oferecendo conteúdo de forma adequada para diferentes momentos do aprendizado. Para a edtech, o metaverso sempre esteve presente no imaginário, mas a dificuldade de construir e comunicar esta ideia fizeram parecer distante.

“Nós fomos nos adaptando às mudanças tecnológicas e inovações impostas no cenário que estamos vivendo. Com todas as novidades, o caminho para o metaverso começou a ficar mais claro e tangível. Agora não trabalhamos só com VR, mas também com a web e o aplicativo de celular”, explica Vinícius Gusmão, CEO e cofundador da edtech. “Como todo esse universo que criamos é interligado e funciona para momentos diferentes do aprendizado, conseguimos colaborar para o sistema híbrido de ensino e assim criar o metaverso MedRoom.”

Por definição, metaverso é um ambiente virtual em 3D, habitado ou controlado, por pessoas reais e, apesar de ser um conceito da década de 90, apenas agora veio à tona por conta de movimentações recentes no universo tech. 

Como anunciado por Mark Zuckerberg, dono do Facebook, o futuro da empresa, que também é dona do Instagram e WhatsApp, será a migração para o metaverso, novidade que causou alvoroço nas empresas de tecnologia.

A MedRoom, por sua vez, sempre esteve alinhada com esta tendência desde sua fundação em 2016. Suas soluções exploram o aprendizado em realidade virtual, propondo interação e observação em um cenário virtual que se relaciona com o espaço físico do usuário.

“A fala do Mark Zuckerberg tem um alcance gigantesco, dá voz ao metaverso e aproxima as pessoas sobre o que é essa ‘evolução da internet’. Para nós, a projeção está nas novas formas de se aprender, de se relacionar com pacientes e práticas no mundo virtual, de como interagir nessa área e melhorar a retenção do conteúdo pela experiência vivencial. Assim reforçando ainda mais o nosso posicionamento na vanguarda do ensino em saúde”, comenta Vinícius sobre a postura da MedRoom diante do metaverso.

A imersão neste mundo de VR permite uma nova forma de conexão e interação que vem gerando realizações que antes não seriam possíveis. Presente em cerca de 40 instituições no Brasil, Paraguai, Peru e México, a empresa referência no ensino de saúde criou seu universo virtual e celebra esta conquista. 

“Podemos ser acessados por meio de dispositivos diferentes, em momentos diferentes, com o objetivo de otimizar o aprendizado das pessoas e fazer com que elas lembrem do que aprenderam por mais tempo graças ao ambiente imersivo que criamos”, finaliza Vinícius Gusmão.

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