Ucrânia convocou grupo de caçadores para missão sem precedentes: impedir que mísseis russos a congelem
Objetivo estratégico de interceptores não é apenas abater drones, mas também ganhar tempo
A Rússia intensificou uma estratégia de desgaste que visa menos a conquista de território do que a destruição do cotidiano, e o fez atingindo o sistema energético ucraniano, deixando o país sem eletricidade, aquecimento e serviços básicos na época mais cruel do ano. Diante dos mísseis de Moscou, Kiev convocou um grupo de caçadores de kamikazes com um plano muito claro.
O terror acabou
Com temperaturas despencando para -20 graus Celsius e uma rede elétrica já fragilizada por meses de ataques, ondas de mísseis e drones buscam derrubar subestações, infraestrutura elétrica e pontos de fornecimento de energia para aquecimento urbano, e há até mesmo temores de uma campanha mais precisa contra pontos que abastecem usinas nucleares.
O objetivo é simples: transformar o frio em pressão política, corroer a resistência civil e empurrar Kiev para uma negociação sob tortura, enquanto os Estados Unidos tentam abrir um canal diplomático. O resultado é um país forçado a viver em modo de sobrevivência, com apagões que duram dias em alguns bairros, milhares de prédios sem aquecimento na capital, escolas fechadas e cidadãos que, sem poder sair, suportam em casas escuras e geladas, envoltos em cobertores, com velas, fogareiros e a sensação compartilhada de que a frente de batalha não está mais apenas nas trincheiras, mas também na sala de estar de casa.
Calor, água e normalidade no mínimo
Em cidades como Kiev, o impacto é especialmente perigoso porque o aquecimento depende de sistemas centralizados ...
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