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Saúde das baterias: como carregadores de alta potência e o calor impactam a vida útil do seu elétrico

Análise mostra que o uso de carregadores acima de 100 kW acelera a degradação em 3% ao ano, o dobro do registrado em recargas lentas

17 fev 2026 - 19h59
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Para proprietários e entusiastas de carro elétrico, a forma de abastecer pode ser o fator determinante para a vida útil do automóvel. Um estudo recente conduzido pela Geotab, especialista em gestão de frotas, revelou que o uso recorrente de carregadores ultrarrápidos é o principal acelerador da degradação das baterias de íon-lítio, uma vez que o nível de potência é o elemento central que contribui para o envelhecimento precoce do componente.

Recarga rápida pode dobrar o desgaste da bateria de carros elétricos, aponta estudo da Geotab
Recarga rápida pode dobrar o desgaste da bateria de carros elétricos, aponta estudo da Geotab
Foto: Canva / Perfil Brasil

A análise aponta que veículos que utilizam frequentemente potências acima de 100 kW apresentam um desgaste médio de 3% ao ano, enquanto os modelos carregados em potências mais baixas registram uma perda de apenas 1,5% ao ano, o que representa exatamente a metade do índice de deterioração.

Carro elétrico e os riscos do carregador ultrarrápido

Além da potência de recarga, o estudo destacou que o calor e a intensidade de uso também atuam como vilões da autonomia do carro elétrico, pois em regiões mais quentes a degradação é 0,4 ponto percentual superior por ano em comparação a áreas de clima ameno.

Por fim, da mesma forma, veículos com rodagem diária pesada perdem cerca de 0,8% de capacidade a mais por ano do que carros de uso leve, embora o estudo pondere que essa perda é frequentemente compensada pelo retorno financeiro e operacional de manter o veículo em movimento constante.

Todo esse processo é medido pelo State of Health (SOH), que indica o estado de saúde da bateria. Um veículo novo começa com 100% de SOH, mas essa capacidade diminui com o tempo; na prática, se uma bateria de 60 kWh atinge 80% de SOH, ela passa a se comportar como uma unidade de apenas 48 kWh, reduzindo diretamente a autonomia total disponível para o motorista.

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