Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Padrasto suspeito: professora tentou reanimar menina por 8 minutos

A mulher disse que observou algumas marcas roxas perto do olho da criança e "que as pálpebras dela estavam roxinhas e eu perguntei para ele o porquê"

9 fev 2024 - 11h52
(atualizado às 11h55)
Compartilhar
Exibir comentários

Uma professora de academia tentou reanimar a menina Isabela Dourado, de apenas quatro anos, com massagens cardíacas por cerca de oito minutos.

Isabela faria cinco anos em maio
Isabela faria cinco anos em maio
Foto: Reprodução / Perfil Brasil

A mulher, que preferiu não se identificar, trabalha em frente ao prédio onde a criança faleceu nesta segunda-feira (5).

A pequena Isabela estava sob cuidados do padrasto Igor Fernandes Pereira Ayres, 22 anos, quando teve uma parada cardíaca. Um laudo preliminar apontou lesão abdominal e também vestígios de violência sexual.

A professora só parou, portanto, com as tentativas de reanimação no peito da menina com a chegada do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF).

"Eu estava aqui quando chegou uma mulher que se identificava como a madrasta deste Igor, ela disse que tinha uma criança passando mal e que precisava de ajuda", relatou.

A professora foi correndo direto para o quarto da casa, acompanhada dessa mulher, e ficou tentando reanimar Isabela até a chegada do socorro.

"Depois que os bombeiros e Samu chegaram, saí do quarto onde a menininha estava. Os bombeiros foram fazer o procedimento e eu fui para o outro cômodo", disse.

A professora disse que observou algumas marcas roxas perto do olho da criança e "que as pálpebras dela estavam roxinhas e eu perguntei para ele o porquê".

Igor teria respondido que foi por conjuntivite. Um pouco depois, ele também falou que havia suspeita que a criança estivesse com hepatite.

Houve relatos de que a criança teria chorado no fim de semana, mas ninguém confirmou quem teria escutado os lamentos.

Para os policiais, contudo, os moradores relataram que ouviam com frequência a garota gritando e chorando quando estava sozinha com o detido.

Perfil Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade