'Não é uma promessa, é uma meta', diz Pablo Toledo sobre missão da BYD
Consolidada no Brasil e no mundo, a BYD se tornou uma das gigantes do mercado automotivo. Produzindo veículos elétricos e mais sustentáveis, a marca possui a missão de revolucionar o mercado de automóveis. Ao mesmo tempo, busca transformar o aquecimento global.
Em entrevista ao CARAS BUSINESS, Pablo Toledo, diretor de Branding e Comunicação da BYD Brasil, falou sobre a missão da marca convertida em um olhar global, sua posição como uma empresa de tecnologia e storytelling e o impacto em histórias ao redor do país e do mundo.
"A missão da BYD é diminuir a temperatura da terra em um grau. De que maneira? Captando a energia que vem do sol com painéis solares, armazenando em baterias. Se você me pedir para reduzir tudo o que a BYD é, e os vários negócios que a BYD tem a um só, eu te diria que é bateria", explica Toledo. "Não é uma empresa de automóveis, é uma empresa de tecnologia, promovendo a eletromobilidade com ônibus, caminhões, carros e, inclusive, com sistema ferroviário. Então a BYD tem essa história para contar a partir de muita tecnologia."
Apesar de não ser seu ramo principal, a BYD entrou no mercado brasileiro produzindo chassis para ônibus elétricos, e em agosto deste ano, assumiu a responsabilidade pelos trens da linha 17 - Ouro do monotrilho. Dentro do projeto, a fabricante chinesa irá fornecer os trens da linha, porém a operação no dia a dia fica sob responsabilidade da ViaMobilidade, que comanda as linhas 8 - Diamante e 9 - Esmeralda no sistema de trens metropolitanos de São Paulo.
BYD
Para Toledo, a BYD cria histórias e mudou a vida dos brasileiros, principalmente motoristas de aplicativo: "O carro, movido a bateria, é um grande powerbank. A gente tem histórias de falta de luz, em que a mãe conseguiu, com a energia do carro, fazer hemodiálise no filho. A gente tem histórias de tufão na China, em que o carro foi a única fonte de energia para recarregar o celular e estabelecer a comunicação. Todo dia tem uma história muito bacana para contar", conta o diretor.
A conexão com o público, no entanto, faz parte de uma narrativa maior para a marca, que busca liderar o mercado brasileiro. Esse é um dos maiores desafios para a BYD nos próximos anos: "Não é uma promessa, é uma meta. A gente quer liderar o mercado até 2030, principalmente na cadeira que eu ocupo e o time que eu lidero, a gente quer também liderar a narrativa", afirma.
Confira a entrevista completa!
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