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Vaticano pede saída para palestinos e israelenses viverem em paz

Israel, contudo, criticou 'ambiguidade' de igrejas de Jerusalém

9 out 2023 - 10h58
(atualizado às 13h17)
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O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin
O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O Vaticano afirmou nesta segunda-feira, 9, que os episódios de violência entre israelenses e palestinos continuarão a se repetir enquanto a comunidade internacional não encontrar uma fórmula que permita a convivência pacífica entre os dois povos.

A declaração foi dada pelo secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, número 2 na hierarquia da Santa Sé, em meio ao novo conflito entre Israel e o grupo fundamentalista Hamas, que já deixou mais de 1,3 mil mortos.

Durante um congresso em Roma, o prelado disse que a comunidade internacional deve "procurar estabelecer as bases para uma solução definitiva para esse problema".

"Enquanto não for resolvida a questão da convivência entre palestinos e israelenses, enquanto não se encontrar uma fórmula que permita viver em paz, essas coisas sempre se repetirão, e com cada vez mais ferocidade, como vimos nos últimos dias", alertou Parolin.

No fim de semana, o papa Francisco já havia expressado sua "apreensão e dor" com a "violência feroz" deflagrada pelos ataques do Hamas em Israel em 7 de outubro. "A guerra é uma derrota, é sempre uma derrota", disse o pontífice na ocasião.

No entanto, a embaixada israelense na Santa Sé acusou os patriarcas e chefes das igrejas cristãs de Jerusalém de usar uma "imoral ambiguidade linguística" em um comunicado sobre os ataques do Hamas.

"É extremamente decepcionante e frustrante ler o texto publicado pelos patriarcas. A partir da leitura, não se consegue entender o que aconteceu, quem foram os agressores e as vítimas. É inacreditável que um documento tão árido tenha sido assinado por pessoas de fé", acrescentou a sede diplomática.

O texto em questão condena "inequivocamente qualquer ato contra civis, independentemente de sua nacionalidade, etnia ou fé", mas sem citar o Hamas nominalmente.

Ansa - Brasil
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