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Universidade de Columbia é condenada a pagar US$ 750 milhões às vítimas de médico 'predador sexual'

Robert Hadden foi sentenciado a 20 anos de prisão por abusar de quase 600 pacientes

7 mai 2025 - 19h07
(atualizado às 19h17)
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Resumo
Universidade de Columbia foi condenada a pagar US$ 750 milhões a quase 600 vítimas do ex-médico Robert Hadden, que abusou de pacientes e cumpre pena de 20 anos de prisão.
Robert Hadden foi condenado a 20 anos de prisão por abusar sexualmente de pacientes
Robert Hadden foi condenado a 20 anos de prisão por abusar sexualmente de pacientes
Foto: Steven Hirsch/New York Post

As quase 600 vítimas do ex-médico Robert Hadden selaram um acordo de US$ 750 milhões (cerca de R$ 4,8 bilhões) com a Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, nesta semana. Em 2023, o criminoso sexual foi condenado a 20 anos de prisão por ter abusado de 576 pacientes.

Os abusos sexuais ocorreram nas dependências do Centro Médico Irving da Universidade de Columbia e no Hospital Presbiteriano de Nova York. Segundo o New York Post, o acordo foi aprovado na segunda-feira, 5, pela Suprema Corte de Manhattan.

“Este acordo não é sobre dinheiro, é sobre responsabilização. A Universidade Columbia permitiu abusos sádicos”, contou Lauries Maldonado, uma das vítimas. Os locais onde ocorreram os abusos são prestigiados na comunidade médica de Nova York.

O advogado de defesa, Anthony T. DiPietro, afirmou que os hospitais "priorizaram a proteção de sua reputação em detrimento da proteção de seus pacientes". 

Segundo o profissional, que atua na defesa das centenas de vítimas desde 2012, foi descoberta uma carta escrita pelo então chefe da Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de Columbia com um pedido de desculpas por uma "agressão de Hadden". Esse caso teria acontecido em 1995. 

Em 2023, a Columbia propôs a criação de um fundo de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 650 milhões) para as vítimas, o que foi refutado por DiPietro, que considerou a ação "lamentável".

“Este acordo envia uma mensagem poderosa de que estamos aqui para garantir que as instituições que encobrem a exploração e o abuso sejam totalmente responsabilizadas por seus crimes”, acrescentou o advogado.

Um porta-voz da instituição disse ao New York Post que a Columbia iniciou uma investigação externa e "atualizou as políticas e programas de segurança do paciente para lidar com os abusos de Robert Hadden".

Fonte: Redação Terra
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