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Repressão a protestos no Iraque deixa quase 20 mortos

Cidadãos saíram às ruas contra corrupção e desemprego

3 out 2019 - 09h44
(atualizado às 10h12)
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Ao menos 19 pessoas já morreram na repressão à onda de protestos que sacode o Iraque desde a última terça-feira (1º).

Polícia usa canhões de água para dispersar protesto em Bagdá, capital do Iraque
Polícia usa canhões de água para dispersar protesto em Bagdá, capital do Iraque
Foto: EPA / Ansa - Brasil

Segundo balanço divulgado por autoridades médicas, somente na noite de quarta (2) e na madrugada desta quinta (3) foram registradas 10 vítimas no sul país, sendo cinco em Amara e outras cinco em Nassíria.

Os manifestantes protestam contra o desemprego, a corrupção e as recorrentes falhas no abastecimento de eletricidade e água. Os protestos chegaram até a chamada "Zona Verde", área fortificada em Bagdá que abriga escritórios diplomáticos e do governo e onde foram ouvidas explosões na madrugada desta quinta.

Em função dos conflitos, o Iraque fechou uma passagem de fronteira com o Irã na província oriental de Diyala. Em Najaf e Bassora, duas importantes cidades do sul do país, manifestantes ocuparam os conselhos legislativos locais.

Em uma mensagem no Twitter, o clérigo xiita Muqtada al-Sadr pediu para o governo abrir uma investigação sobre os confrontos. Essa é a maior onda de manifestações no Iraque desde que Adil Abdul-Mahdi virou primeiro-ministro, em outubro de 2018.

"Parte nossos corações ver os ferimentos entre os manifestantes, que são nossos filhos, e as forças de segurança, e a destruição e os saques a propriedades públicas e privadas", disse o chefe de governo.

Ansa - Brasil
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