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Oriente Médio

Israel estuda confiscar navios de flotilha rumo a Gaza

28 jun 2011 - 04h00
(atualizado às 04h21)
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Israel estuda confiscar os navios que participam da segunda flotilha rumo a Gaza como medida preventiva para futuras expedições, informam nesta terça-feira vários veículos da imprensa israelense. A recomendação foi apresentada ao governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pelo Ministério da Defesa, que propõe essa decisão como medida de dissuasão contra proprietários de navios europeus que alugam seus navios aos ativistas da flotilha.

Ahaz Benari, assessor jurídico do ministério, acredita que Israel deveria iniciar um tribunal de assuntos marítimos e confiscar toda embarcação que violar o bloqueio marítimo que Israel impôs à Faixa de Gaza, informa o diário Ha'aretz. "Não há dúvida de que a desapropriação dos navios é uma medida de dissuasão que poderia tornar desnecessário o uso da força contra futuras violações (do bloqueio)", diz uma carta enviada ao Governo pelo titular da pasta da Defesa, Ehud Barak.

Por enquanto, Israel continua os preparativos para a chegada da segunda Flotilha da Liberdade às águas territoriais de Gaza, o que é esperado para quinta ou sexta-feira, segundo anunciaram ontem em Atenas seus organizadores. Composta por uma dezena de navios com ajuda humanitária para Gaza e integrada por centenas de personalidades de vários países, a flotilha tentará novamente "romper o bloqueio israelense à faixa", assinala um comunicado do movimento.

Os navios zarparão com cerca de 500 ativistas desde diversos portos do Mediterrâneo, que não serão divulgados por motivos de segurança. No ano passado, na primeira flotilha, nove ativistas turcos morreram por disparos de comandos israelenses que abordaram o navio principal, o Mavi Marmara, que não participa desta segunda missão.

EFE   
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