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Homem é pago para fazer sexo com prostitutas na Austrália

Trabalho visa fechar bordéis ilegais que se apresentam como casas de massagem

22 mar 2016 15h16
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Quando o casal está à vontade, vale tudo.
Quando o casal está à vontade, vale tudo.
Foto: iStock/Getty Images / Vivo Mais Saudável

Na Austrália, um homem possui um emprego no mínimo inusitado, pois é pago para fazer sexo com prostitutas. As informações são do site do jornal The Independent.

John, de 60 anos, é divorciado, e é um dos vários investigadores privados contratados como “busters bordel”, que os coloca como clientes regulares em bordeis, a fim de desmantelar a indústria ilegal do sexo.

“Tenho certeza de que alguns rapazes têm inveja do modo como ganho um pouco de dinheiro”, disse. Seu trabalho é necessário porque as autoridades possuem pouco poder para acessar instalações sem uma ordem judicial, o que torna difícil combater bordéis que se apresentam como casas de massagem.

John deve detalhar os serviços oferecidos no local em relatórios de até três paginas que devem conter horários, datas, pessoas, nome do lugar e quanto custou.  “É um documento que será usado no tribunal, por isso que deve ser detalhado e muito preciso. Não é algo que você pode fazer em poucos minutos”, disse.

O homem afirma que raramente encontra casas que não ofereçam algum tipo de serviço sexual. “Se você procurar bem será capaz de achar. Mas na minha experiência, houve apenas três instalações onde não foi oferecido”.

Lachlan Jarvis, diretor da Lyonswood, empresa de investigação privada, é o encarregado de encontrar “investigadores do sexo”. “Nós preferimos pessoas que são sozinhas e, obviamente, eles têm que estar dispostas a empreender a atividade sexual”, disse.

“Não fico surpreso se alguém disser que gastar o dinheiro dos contribuintes com o serviço que prestamos é escandaloso, mas eles não entendem que ajudamos a parar o tráfico sexual, por exemplo”, declarou Lachlan.

John se considera sortudo de ter um trabalho bastante relaxado e flexível. “Não existem limitações de tempo, e nunca houve uma fase em que me sentisse ameaçado ou preocupado com minha segurança”, finalizou. O valo pago pelo trabalho não foi revelado.

 

Fonte: Terra
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