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Oceania

Austrália: conheça as vítimas do sequestro em café Lindt

Uma das vítimas fatais era mãe de três crianças e outra era gerente da loja que morreu de forma ‘heroica’, segundo testemunhas

16 dez 2014 - 10h08
(atualizado às 11h43)
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Tori Johnson, 34, era gerente da cafeteria e foi descrito como “verdadeiro herói” por outros reféns
Tori Johnson, 34, era gerente da cafeteria e foi descrito como “verdadeiro herói” por outros reféns
Foto: Daily Mail / Reprodução

O sequestro que durou mais de 16h nesta segunda-feira em um café Lindt, no centro de Sydney, Austrália, deixou duas vítimas fatais que foram identificadas como Katrina Dawson, 38 anos, e Tori Johnson, 34 anos. As informações são do Metro e Daily Mail.

Katrina Dawson era advogada e trabalhava em um escritório próximo à cafeteria, onde tomava café. A presidente da Ordem dos Advogados de Nova Gales do Sul, Jane Needham, descreveu a australiana morta como “uma das melhores e mais brilhantes advogadas que vai fazer muita falta para colegas e amigos”.  

A outra vítima fatal, Tori Johnson, era gerente da cafeteria e foi descrito como “verdadeiro herói” por outros reféns, já que se sacrificou para tentar abordar e controlar o sequestrador iraniano Man Horan Monis.

<p>Tori Johnson, 34, era gerente da cafeteria e foi descrito como verdadeiro herói por outros reféns</p>
Tori Johnson, 34, era gerente da cafeteria e foi descrito como verdadeiro herói por outros reféns
Foto:

Quatro pessoas foram levadas ao hospital após as horas de horror passadas dentro do local. Entre elas, um policial, que teria ficado bastante ferido no rosto por estilhaços.

A brasileira Márcia Mikhail, 42 anos, é uma das feridas no incidente e está no hospital, onde passará por uma cirurgia para a retirada de estilhaços nas pernas e no pé, mas passa bem.

Centenas de flores e mensagens foram deixadas nesta terça-feira na porta do café onde o incidente aconteceu. Familiares, amigos e residentes da cidade estavam emocionados. As bandeiras da cidade estão a meio mastro em homenagem às vítimas.

O premiê Tony Abbott visitou o lugar nesta terça e disse à imprensa que as questões sobre Monis serão respondidas – como a pergunta sobre o motivo de ele estar solto após ter sido preso em 2010, após enviar cartas ofensivas às famílias de soldados australianos mortos no Afeganistão e também aos soldados britânicos mortos em conflitos. Ele também é apontado como sendo o assassino de sua ex-mulher e é suspeito de abusos sexuais.

O iraniano chegou à Austrália em 1996 como refugiado. Monis adotou  o nome e título islâmico “Sheikh Haron”. Ele foi sentenciado a 300 horas de serviço comunitário, libertado sob fiança.

A polícia irá investigar mais profundamente o caso. O iraniano foi morto após a operação de resgate. 

Veja as outras pessoas feitas de reféns pelo refugiado iraniano nesta segunda-feira:

Foto: Daily Mail / Reprodução
Foto: Daily Mail / Reprodução
Foto: Daily Mail / Reprodução
Foto: Daily Mail / Reprodução
Foto: Daily Mail / Reprodução
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Foto: Daily Mail / Reprodução
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Fotos: Reprodução/Daily Mail

Fonte: Terra
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