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Meloni chama manifestantes contra Jogos de Inverno de 'inimigos da Itália'

Declaração é dada após protesto violento em Milão no último sábado(7)

8 fev 2026 - 10h29
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A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, classificou como "inimigos" do país e dos italianos os manifestantes contrários à realização dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão e Cortina d'Ampezzo, após os confrontos registrados durante um protesto no último sábado (7).

    Em publicação nas redes sociais neste domingo (8), Meloni afirmou que "milhares e milhares de italianos" estão trabalhando para garantir o sucesso das Olimpíadas, muitos deles de forma voluntária, com o objetivo de projetar uma imagem positiva do país.

    "Muitos fazem como voluntários porque querem que sua nação cause uma boa impressão, seja admirada e respeitada", enfatizou.

    Segundo a chefe de governo, as manifestações violentas registradas em Milão ontem prejudicam esse esforço e expõem a Itália negativamente ao mundo.

    "E depois há eles: os inimigos da Itália e dos italianos, que estão se manifestando 'contra as Olimpíadas', fazendo com que essas imagens acabem na televisão em todo o mundo", acrescentou ela, mostrando um vídeo do canal americano Fox News sobre os tumultos.

    As imagens mostram cenas gravadas no sábado (7), durante uma manifestação em Milão contra os Jogos Olímpicos de Inverno, que terminou em confrontos entre parte dos manifestantes e a polícia. Houve lançamento de fogos de artifício e rojões contra os policiais de choque, que reagiram com gás lacrimogêneo e canhões de água.

    A premiê também citou atos de sabotagem, como o corte de cabos ferroviários para impedir a circulação de trens, e condenou o que chamou de ações de "gangues de criminosos". "Solidariedade, mais uma vez, com a polícia, com a cidade de Milão e com todos aqueles que verão seu trabalho prejudicado", concluiu.

    Na última sexta-feira (6), após distúrbios ocorridos em Turim, no norte da Itália, o governo Meloni já havia aprovado um pacote de medidas de segurança que permitirá a "detenção preventiva" de indivíduos "em risco" antes de manifestações, caso sejam suspeitos de causar problemas. .

Ansa - Brasil
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