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Itália começa aplicação de 2ª dose de vacina contra covid-19

Imunização deve ter ritmo reduzido nesta semana

17 jan 2021
09h32
atualizado às 10h09
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A Itália iniciou neste domingo (17) as convocações para a aplicação da segunda dose da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela empresa alemã Biontech e pela multinacional americana Pfizer.

Vacinação contra o novo coronavírus em Turim, na Itália
Vacinação contra o novo coronavírus em Turim, na Itália
Foto: ANSA / Ansa

A campanha de imunização no país começou em 27 de dezembro, assim como em boa parte da União Europeia, e as fabricantes recomendam que o intervalo entre as duas doses seja o mais próximo possível de 21 dias.

O Reino Unido decidiu adiar a segunda dose para permitir que o maior número possível de pessoas tome a primeira mais rapidamente, apostando que ela já garante alguma proteção contra a covid-19, mas a Itália descartou essa estratégia.

"Não sabemos quanto tempo dura a imunidade após a primeira dose", alertou a Agência Italiana de Medicamentos (Aifa) na semana passada. As autoridades sanitárias do país europeu já aplicaram 1.118.594 vacinas, o que representa 79,4% das doses disponíveis.

Até o momento, a Pfizer vinha entregando 562.770 doses semanais à Itália, mas a cifra cairá para 397.800 nesta semana devido a uma redução das atividades na fábrica para readequá-la para um aumento da produção.

Segundo a multinacional, isso permitirá elevar a capacidade produtiva de 1 bilhão para 2 bilhões de doses por ano. A Itália também já usa o imunizante da Moderna, entregue em menor quantidade, e aguarda a aprovação da vacina de Oxford/AstraZeneca pela União Europeia.

O país é um dos mais penalizados pela pandemia em todo o mundo e contabiliza quase 2,4 milhões de casos e 81,8 mil óbitos.
   

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