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Guia de Juliana Marins presta depoimento à polícia da Indonésia sobre morte da brasileira

Autoridades da Indonésia investigam se há algum 'elemento criminoso' em torno da morte da brasileira

1 jul 2025 - 14h30
(atualizado às 14h41)
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Resumo
Autoridades da Indonésia investigam a morte da brasileira Juliana Marins após queda no Monte Rinjani, interrogando testemunhas, incluindo o guia, enquanto a família solicita nova autópsia em meio a críticas sobre a divulgação do exame inicial.
A brasileira Juliana Marins caiu no vulcão Rinjani, na Indonésia, enquanto fazia uma trilha. Equipes tentam fazer o resgate.
A brasileira Juliana Marins caiu no vulcão Rinjani, na Indonésia, enquanto fazia uma trilha. Equipes tentam fazer o resgate.
Foto: Reprodução/Instagram

A polícia de East Lombok, na Indonésia, está investigando a causa da morte de Juliana Marins, que faleceu após cair de uma trilha no Monte Rinjani.

De acordo com o portal local da autoridade policial, pessoas envolvidas na escalada estão sendo interrogadas como testemunhas da fatalidade – incluindo o guia que acompanhava a brasileira, Ali Musthofa.

O chefe da Unidade de Investigação Criminal da Polícia de East Lombok, I Made Dharma Yulia Putra, explicou que estão sendo solicitadas informações relacionadas à cronologia dos eventos. 

“Não houve determinação dos suspeitos. Nós nos concentramos na coleta de dados e análise de informações de testemunhas”, explicou o policial.

Advogada que fez a mesma trilha que Juliana Marins detalha perigos da escalada:

Atualizações do caso Juliana Marins

O corpo de Juliana Marins chegará em São Paulo, nesta terça-feira, 1º de julho, informou a companhia aérea Emirates.

A família da brasileira também foi à Justiça para pedir a realização de uma nova autópsia no corpo da jovem.

Após ser retirado do Monte Rinjani, o corpo de Juliana Marins foi levado para um hospital em Bali, na Indonésia, onde passou pela primeira autópsia.

Família de Juliana Marins recorre à Justiça por nova autópsia:

De acordo com o exame, a brasileira morreu devido a múltiplas fraturas e lesões internas, e não sofreu hipotermia.

A divulgação do exame foi criticada pela família de Juliana. A irmã dela afirmou que familiares foram chamados para ir até o hospital, mas que a coletiva de imprensa aconteceu antes que eles recebessem a notícia oficialmente.

Irmã de Juliana Marins critica que imprensa teve acesso a autópsia antes da família: ‘Absurdo’:
Fonte: Redação Terra
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