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Grupos de direitos humanos dizem que pelo menos 25 morreram em protestos no Irã

6 jan 2026 - 10h23
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Pelo menos 25 pessoas foram mortas no Irã durante os primeiros nove dias de protestos que começaram no bazar de Teerã por causa da ‌queda do valor da moeda e do aumento da inflação, de acordo ‌com grupos de direitos humanos.

Os protestos se espalharam para algumas cidades no oeste e no sul do Irã, mas não se igualam à agitação que varreu o país em 2022-23 por causa da ‍morte de Mahsa Amini, que morreu sob custódia da polícia de moralidade do Irã por supostamente violar o rigoroso código de vestimenta da República Islâmica.

No entanto, embora menores, esses protestos rapidamente se ‌expandiram de um foco econômico para frustrações mais ‌amplas, com alguns manifestantes gritando contra os governantes clericais do país.

O Irã também continua sob pressão internacional, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçando na sexta-feira ajudar os manifestantes se as forças de segurança dispararem contra eles. Em resposta, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, prometeu não "ceder ao inimigo".

O Hengaw, um grupo de direitos curdo iraniano, calculou o número de mortos em 25, incluindo quatro pessoas com menos de 18 anos. A organização disse que mais de 1.000 pessoas foram presas. A HRANA, uma rede de ativistas de direitos, disse que pelo menos 29 pessoas foram mortas, incluindo dois agentes da lei, além de 1.203 prisões, até 5 de janeiro.

A Reuters não conseguiu verificar os números de ‌forma independente. As autoridades iranianas não informaram o número de mortos entre os manifestantes, mas disseram que pelo menos dois membros dos serviços de segurança morreram e mais de uma dúzia ficou ferida durante os distúrbios.

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