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Ex-conselheiro de Trump xinga Lula após crítica sobre captura de Maduro

Jason Miller atuou como assessor sênior nas campanhas de reeleição de Donald Trump, presidente norte-americano

5 jan 2026 - 14h53
(atualizado às 15h00)
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Jason Miller, ex-conselheiro de Donald Trump, critica presidente Lula
Jason Miller, ex-conselheiro de Donald Trump, critica presidente Lula
Foto: Reprodução/Fox News

Jason Miller, ex-conselheiro de Donald Trump, xingou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas redes sociais, após o chefe do Executivo criticar a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, pelo governo dos Estados Unidos.

"Vai se f*der, Lula. Agora, nós sabemos qual é o seu posicionamento!", escreveu Miller em seu perfil no X, ao compartilhar uma publicação com a fala do presidente. Miller foi um dos principais porta-vozes da campanha presidencial de Donald Trump em 2016.

Estrategista em comunicação, ele atuou como assessor sênior nas campanhas de reeleição do presidente norte-americano em 2020 e 2024. Nas redes sociais, ele também se descreve como sócio-diretor da SHW Partners LLC.

O líder venezuelano foi capturado pelos Estados Unidos no último sábado, 3, após uma série de bombardeios e explosões na capital Caracas. O presidente Lula condenou o ataque à Venezuela, afirmando que os atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela. 

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, disse.

Quem é Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela ameaçada por Trump:

Diante da situação, o governo brasileiro convocou uma reunião de emergência no sábado, no Palácio Itamaraty, em Brasília, tendo em vista que o Brasil faz fronteira com a Venezuela.

O bombardeio aéreo ocorreu em pontos de Caracas, capital da Venezuela, e também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, a partir das 2h (6h de Brasília). O Fuerte Tiuna, o maior complexo militar do país e sede do Ministério da Defesa, foi visto em chamas em chamas após os ataques. 

Além do chefe do Executivo brasileiro, outros líderes mundiais se posicionaram de forma contrária ao ataque dos EUA. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse que o país enxerga com "profunda preocupação" os relatos de explosões e atividades aéreas incomuns registradas na Venezuela, bem como a consequente escalada da tensão na região.

O governo do Irã, que é um dos aliados da Venezuela, também condenou o ataque militar dos EUA à Venezuela. "Um ato de agressão completo que deve ser firmemente rejeitado pela ONU e por todos os Estados comprometidos com o direito internacional", pontuou em comunicado.

Após ação na Venezuela, Trump ameaça fazer operação militar na Colômbia e chama Petro de 'doente':
Fonte: Portal Terra
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